Vampiro angel_louis
Clan:
Descrição do personagem
A força do meu pensamento pode ser fatal para o meu inimigo .
Sei que ainda existem mais como seres como eu no planeta, mas não conheço seu paradeiro por minha própria opção. Decidi isolar-me dos da minha raça para não me envolver em problemas que ocorreram no meu passado Mas confesso que por vezes surge em mim uma vontade de saber que tipo de vida meus irmãos levam, o que sabem, o que descobriram, ou até mesmo ajudar aqueles que ainda possam se encontrar longe das verdades que hoje são do meu conhecimento.
Freqüentemente desaba sobre mim uma tristeza grande, uma solidão incontrolável, por não possuir ninguém com o qual partilhar do que sei e até mesmo de aprender com alguém que pudesse me ensinar algo valioso, mas um receio muito grande me impede de ir em busca de algum irmão, pelo menos agora.
Mas essa tristeza que surge não supera a que sinto ao recordar dos amores que tive ao longo de minha existência e que não pude desfrutar dos seus prazeres por mais tempo devido à breve vida que possuem os humanos, mas a saudade que sinto dessas pessoas que tanto amei machuca bastante, e exatamente por causa dessas recordações que hoje eu me abstenho de procurar alguma companhia, pois sei da dor que se apossa de mim quando chega o momento da despedida, uma separação que eu jamais terei como impedir, visto que mesmo que eu passe para o outro lado da realidade sei que não encontrarei essas pessoas novamente. Você que lê o que eu escrevo deve se perguntar: mas ele é um vampiro, por que não concede o dom da imortalidade à essa pessoa amada para que ela possa acompanha-lo por todo o sempre ?
À muitos séculos atrás eu acreditei que isso poderia ser remediado, que eu poderia dar o dom da vida eterna e assim aniquilar esse problema e diante de uma paixão avassaladora que me tomou o coração frio eu decidi transformar meu objeto de paixão em um não-humano, pois acreditava que assim nunca a perderia, e concedi-lhe o tão sonhado dom através de uma mordida apaixonada.
Tinha receio em faze-lo pois sabia do destino de sua própria alma caso viesse a ser destruída pelas mãos humanas, o tormento eterno. Mas sabendo do poder que na época já possuía, eu me considerava capaz de protegê-la de qualquer mal, de forma que ela jamais conhecesse o lado negro da outra existência, diante disso eu a transformei em imortal.
Mas como já mencionei anteriormente, os “não-puros” como eu, os criados pela nossa vontade, não possuem os mesmos dons que nós, tornando-se como os personagens das lendas vampíricas humanas, seres que temem coisas para nós sem perigo algum, como o sol, a cruz, etc. E sendo dessa maneira, é impossível para ela viver de maneira normal como eu faço, e identifica-la como uma vampira não foi difícil para os cavaleiros da santa inquisição.
Por mais que eu me esforçasse não pude impedir que ela fosse destruída pelas mãos daqueles que se julgavam donos da verdade na época, e acabei perdendo-a. Pior que isso, e o que me traz um remorso sem fim, é que além de não ter podido defendê-la quando necessitou de mim, ainda condenei-a ao tormento eterno após sua partida.
Na verdade a culpa não foi totalmente minha, ela mesma fez por merecer o fim que teve, pois por mais que eu a alertasse, freqüentemente minha amada saciava sua sede de sangue pela noite de forma pouco discreta e segura, e foi exatamente por isso que descobriram nossa morada e deram-lhe cabo à existência. Por ironia, isso se deu quando necessitei ausentar-me por alguns dias, em viajem de negócios, e sendo ela o que todos já sabem, não pôde acompanhar-me nessa jornada, mas sem minha companhia para controlar-lhe os atos, sucumbiu diante de sua sede de sangue e atacou sem precaver-se e acabou sendo descoberta no local onde morávamos.
Não foi necessário que eu retornasse ao meu lar para saber do ocorrido, pude sentir sua partida, nós, os criadores, possuímos forte ligação com os que criamos, e pude sentir quando acabaram com sua existência.
Obviamente não àquele local em que habitei.
Mesmo que eu deixasse esse plano, ainda que eu permitisse que me destruíssem, nem mesmo isso me levaria à minha amada que partira, pois o tormento que se experimenta no local destinado aos não-mortais é tão terrível que a loucura que se apodera das almas que lá estão confinadas impede que estes possam reconhecer qualquer ente querido ou uma amizade que tivera durante sua passagem pela Terra, os que lá estão confinados encontram-se num estado de demência sem igual...
Tornei-me novamente uma criatura solitária, e desde então não mais interessei-me em encontrar uma companheira, pois por mais que eu desejasse, jamais poderia transformar um humano numa criatura como eu...
Envolvimentos baseados puramente no desejo físico ocorreram, em vários momentos, pois a beleza das mulheres é capaz de derrubar qualquer barreira que se tente erguer ao nosso redor, mas apaixonar-me não, lutei muito para impedir que isso acontecesse novamente, e ainda luto, mas condenar ao tormento eterno alguém que se ama é algo para mim extremamente abominável e que jamais desejo fazer novamente
A cada ataque que recebo (sendo de um clã)
eu revidarei nos mais fracos que ali existir, ateh recuperar o ouro perdido
isso nao é vingança, é só um jogo de extrategias
Sei que ainda existem mais como seres como eu no planeta, mas não conheço seu paradeiro por minha própria opção. Decidi isolar-me dos da minha raça para não me envolver em problemas que ocorreram no meu passado Mas confesso que por vezes surge em mim uma vontade de saber que tipo de vida meus irmãos levam, o que sabem, o que descobriram, ou até mesmo ajudar aqueles que ainda possam se encontrar longe das verdades que hoje são do meu conhecimento.
Freqüentemente desaba sobre mim uma tristeza grande, uma solidão incontrolável, por não possuir ninguém com o qual partilhar do que sei e até mesmo de aprender com alguém que pudesse me ensinar algo valioso, mas um receio muito grande me impede de ir em busca de algum irmão, pelo menos agora.
Mas essa tristeza que surge não supera a que sinto ao recordar dos amores que tive ao longo de minha existência e que não pude desfrutar dos seus prazeres por mais tempo devido à breve vida que possuem os humanos, mas a saudade que sinto dessas pessoas que tanto amei machuca bastante, e exatamente por causa dessas recordações que hoje eu me abstenho de procurar alguma companhia, pois sei da dor que se apossa de mim quando chega o momento da despedida, uma separação que eu jamais terei como impedir, visto que mesmo que eu passe para o outro lado da realidade sei que não encontrarei essas pessoas novamente. Você que lê o que eu escrevo deve se perguntar: mas ele é um vampiro, por que não concede o dom da imortalidade à essa pessoa amada para que ela possa acompanha-lo por todo o sempre ?
À muitos séculos atrás eu acreditei que isso poderia ser remediado, que eu poderia dar o dom da vida eterna e assim aniquilar esse problema e diante de uma paixão avassaladora que me tomou o coração frio eu decidi transformar meu objeto de paixão em um não-humano, pois acreditava que assim nunca a perderia, e concedi-lhe o tão sonhado dom através de uma mordida apaixonada.
Tinha receio em faze-lo pois sabia do destino de sua própria alma caso viesse a ser destruída pelas mãos humanas, o tormento eterno. Mas sabendo do poder que na época já possuía, eu me considerava capaz de protegê-la de qualquer mal, de forma que ela jamais conhecesse o lado negro da outra existência, diante disso eu a transformei em imortal.
Mas como já mencionei anteriormente, os “não-puros” como eu, os criados pela nossa vontade, não possuem os mesmos dons que nós, tornando-se como os personagens das lendas vampíricas humanas, seres que temem coisas para nós sem perigo algum, como o sol, a cruz, etc. E sendo dessa maneira, é impossível para ela viver de maneira normal como eu faço, e identifica-la como uma vampira não foi difícil para os cavaleiros da santa inquisição.
Por mais que eu me esforçasse não pude impedir que ela fosse destruída pelas mãos daqueles que se julgavam donos da verdade na época, e acabei perdendo-a. Pior que isso, e o que me traz um remorso sem fim, é que além de não ter podido defendê-la quando necessitou de mim, ainda condenei-a ao tormento eterno após sua partida.
Na verdade a culpa não foi totalmente minha, ela mesma fez por merecer o fim que teve, pois por mais que eu a alertasse, freqüentemente minha amada saciava sua sede de sangue pela noite de forma pouco discreta e segura, e foi exatamente por isso que descobriram nossa morada e deram-lhe cabo à existência. Por ironia, isso se deu quando necessitei ausentar-me por alguns dias, em viajem de negócios, e sendo ela o que todos já sabem, não pôde acompanhar-me nessa jornada, mas sem minha companhia para controlar-lhe os atos, sucumbiu diante de sua sede de sangue e atacou sem precaver-se e acabou sendo descoberta no local onde morávamos.
Não foi necessário que eu retornasse ao meu lar para saber do ocorrido, pude sentir sua partida, nós, os criadores, possuímos forte ligação com os que criamos, e pude sentir quando acabaram com sua existência.
Obviamente não àquele local em que habitei.
Mesmo que eu deixasse esse plano, ainda que eu permitisse que me destruíssem, nem mesmo isso me levaria à minha amada que partira, pois o tormento que se experimenta no local destinado aos não-mortais é tão terrível que a loucura que se apodera das almas que lá estão confinadas impede que estes possam reconhecer qualquer ente querido ou uma amizade que tivera durante sua passagem pela Terra, os que lá estão confinados encontram-se num estado de demência sem igual...
Tornei-me novamente uma criatura solitária, e desde então não mais interessei-me em encontrar uma companheira, pois por mais que eu desejasse, jamais poderia transformar um humano numa criatura como eu...
Envolvimentos baseados puramente no desejo físico ocorreram, em vários momentos, pois a beleza das mulheres é capaz de derrubar qualquer barreira que se tente erguer ao nosso redor, mas apaixonar-me não, lutei muito para impedir que isso acontecesse novamente, e ainda luto, mas condenar ao tormento eterno alguém que se ama é algo para mim extremamente abominável e que jamais desejo fazer novamente
A cada ataque que recebo (sendo de um clã)
eu revidarei nos mais fracos que ali existir, ateh recuperar o ouro perdido
isso nao é vingança, é só um jogo de extrategias
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 26.565,53 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 4 |
| Combates: | 162 |
| Vencidos: | 72 |
| Derrotas: | 90 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 1.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 1.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 5905.1 |
| Danos sofridos: | 16198.85 |
Atributos de angel_louis:
| Nível do personagem: | Nível 13 |
| Força: | ![]() (27) |
| Defesa: | ![]() (25) |
| Agilidade: | ![]() (25) |
| Resistência: | ![]() (24) |
| Habilidade: | ![]() (25) |
| Experiência: | ![]() (852|845) |
As estatísticas da página ancestral angel_louis
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
O guarda de angel_louis
| Gênero de guarda: | Cão de Caça Raivoso |
| Nome do guarda: | Cão de Caça Raivoso |
| Ataque: | ![]() (12) |
| Defesa: | ![]() (12) |
| Resistência: | ![]() (12) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | --- |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | louisantoni@hotmail.com |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
angel_louis Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
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