Vampiro WOLDEMORT
Clan:
Descrição do personagem
Meu nome é Lucius Von Woldemort, filho de Klaus Yurv Woldemort, e a história que narrarei agora é, por mais inacreditável que seja, real.
Meu pai era chefe do exército de Tessalônica, principal cidade da Grécia depois de Atenas. Como cidade portuária, Tessalônica sofria constantes ataques dos exércitos inimigos que tentavam tomá-la, porque a saída para o mar favorecia o comercio e, em caso de guerra, evitava que a cidade fosse totalmente cercada.
Isso exigia que meu pai não fosse somente um guerreiro, mas um líder que mantivesse o exército tessalonicense bem treinado e sob total controle.
Meu pai era um profundo conhecedor nas artes da guerra, tinha um vasto conhecimento no campo bélico. Era um verdadeiro estrategista. Grandes guerreiros se renderam diante de força de sua espada. Nunca havia conhecido a derrota, até aquele dia...
Tessalônica, 10 de dezembro de 1720.
Naquele dia eu e meu pai retornávamos de uma viagem que havíamos feito a Neápolis. Quando chegamos ao nosso acampamento, contemplamos uma cena que, mesmo sendo um homem acostumado a batalhas sangrentas, fez meu pai gelar. Todo o nosso exército havia sido dizimado. Os soldados que ficaram “inteiros” apresentavam ferimentos feitos não por espadas, mas provavelmente por garras e presas.
"Como poderia", exclamou meu pai, atônito com o que via, pois em seu exército havia homens bem treinados na batalha, verdadeiros guerreiros, mas até então não havia visto um único soldado abatido do exército inimigo.
Foi então que, nesse momento, surgiu algo que eu achava ser somente uma lenda, uma estória para assustar crianças.
Apareceu de dentre os arbustos uma criatura parecida com um lobo, só que andava sobre as patas traseiras, tinha garras afiadas, enormes presas e olhos com um brilho avermelhado. Foi então que meu pai viu que se tratava de um "lobisomem".
Então, a criatura começou a investir vários golpes contra meu pai, que resistia bravamente. Ele chegou a ferir o ombro da besta fera com a sua espada, mas não foi o suficiente para evitar o pior. A criatura o feriu no peito com ferida de morte. Meu pai foi ao chão e quando a criatura se preparava para dar o golpe de misericórdia, surgiu uma misteriosa névoa que nos envolveu totalmente.
Percebi que a criatura exitou em atacar o meu pai e que naquele momento ele era o menor de seus problemas. Foi quando surgiu das sombras um homem que atacou o animal com uma velocidade incrível.
Então esse "homem" usando apenas uma de suas mãos, segurou a fera pelo pescoço, e, demonstrando uma força descomunal, esmagou-lhe a garganta.
Soltando o corpo do animal já sem vida, o homem se dirigiu até meu pai e disse: "Estava a sua procura!". Mas meu pai, antes que viesse a dizer uma só palavra, expirou. Naquele dia, eu completava 20 anos...
Demonstrando uma certa frustração por não ter chegado à tempo, o tal homem se aproximou de mim e disse: “Gostaria de vingar a morte de seu pai?”. Prontamente respondi que sim, mas antes que eu dissesse qualquer outra coisa, o estranho me atacou no pescoço, com uma mordida precisa na jugular. Podia sentir o sangue se esvaindo do meu corpo enquanto desmaiava lentamente.
Acordei uma semana depois sob os cuidados daquele que havia me salvado da criatura. Tudo o que eu via era sangue! Eu sintia uma estranha fome fluindo através das minhas veias. Isso me levava ao limite de minha vida mortal que lentamente era drenada. Num instante rápido eu realizava coisas estranhas.
Mergulhava em minhas lembranças, a respeito de tudo o que houvera acontecido. De onde tudo começou... Tentava reprimir o desejo de matar que nascia dentro de mim. Mas era tudo em vão. Estava condenado a viver neste tormento pelos séculos dos séculos.
Então, aquele que havia me salvado, chegando até a mim, se apresentou: - Astro era o seu nome. E era pertencente a uma antiga linhagem de “vampiros”.
Foi quando ele me deixou a par de tudo o que houvera acontecido, me falando da batalha entre lobisomens e vampiros iniciada desde os tempos antigos. Ele também me doutrinou naquilo que diz respeito à raça inimiga: suas virtudes e suas fraquezas. Foi um século de treinamento. Não é muito tempo para quem tem a eternidade á seu lado.
Francamente nem sei quem sou mais. O que resta de mim é apenas uma caricatura, um esboço daquilo que eu provavelmente seria se aquele lobisomem não tivesse cruzado meu caminho. E, atualmente, apenas uma coisa me motiva nesta minha semi-vida: a aniquilação de todos os lobisomens.
Se tenho medo da morte? Não, não tenho. Não se pode matar quem já morreu. Pois há 100 anos deixei de ser Lucius para ser apenas...
...WOLDEMORT.
Meu pai era chefe do exército de Tessalônica, principal cidade da Grécia depois de Atenas. Como cidade portuária, Tessalônica sofria constantes ataques dos exércitos inimigos que tentavam tomá-la, porque a saída para o mar favorecia o comercio e, em caso de guerra, evitava que a cidade fosse totalmente cercada.
Isso exigia que meu pai não fosse somente um guerreiro, mas um líder que mantivesse o exército tessalonicense bem treinado e sob total controle.
Meu pai era um profundo conhecedor nas artes da guerra, tinha um vasto conhecimento no campo bélico. Era um verdadeiro estrategista. Grandes guerreiros se renderam diante de força de sua espada. Nunca havia conhecido a derrota, até aquele dia...
Tessalônica, 10 de dezembro de 1720.
Naquele dia eu e meu pai retornávamos de uma viagem que havíamos feito a Neápolis. Quando chegamos ao nosso acampamento, contemplamos uma cena que, mesmo sendo um homem acostumado a batalhas sangrentas, fez meu pai gelar. Todo o nosso exército havia sido dizimado. Os soldados que ficaram “inteiros” apresentavam ferimentos feitos não por espadas, mas provavelmente por garras e presas.
"Como poderia", exclamou meu pai, atônito com o que via, pois em seu exército havia homens bem treinados na batalha, verdadeiros guerreiros, mas até então não havia visto um único soldado abatido do exército inimigo.
Foi então que, nesse momento, surgiu algo que eu achava ser somente uma lenda, uma estória para assustar crianças.
Apareceu de dentre os arbustos uma criatura parecida com um lobo, só que andava sobre as patas traseiras, tinha garras afiadas, enormes presas e olhos com um brilho avermelhado. Foi então que meu pai viu que se tratava de um "lobisomem".
Então, a criatura começou a investir vários golpes contra meu pai, que resistia bravamente. Ele chegou a ferir o ombro da besta fera com a sua espada, mas não foi o suficiente para evitar o pior. A criatura o feriu no peito com ferida de morte. Meu pai foi ao chão e quando a criatura se preparava para dar o golpe de misericórdia, surgiu uma misteriosa névoa que nos envolveu totalmente.
Percebi que a criatura exitou em atacar o meu pai e que naquele momento ele era o menor de seus problemas. Foi quando surgiu das sombras um homem que atacou o animal com uma velocidade incrível.
Então esse "homem" usando apenas uma de suas mãos, segurou a fera pelo pescoço, e, demonstrando uma força descomunal, esmagou-lhe a garganta.
Soltando o corpo do animal já sem vida, o homem se dirigiu até meu pai e disse: "Estava a sua procura!". Mas meu pai, antes que viesse a dizer uma só palavra, expirou. Naquele dia, eu completava 20 anos...
Demonstrando uma certa frustração por não ter chegado à tempo, o tal homem se aproximou de mim e disse: “Gostaria de vingar a morte de seu pai?”. Prontamente respondi que sim, mas antes que eu dissesse qualquer outra coisa, o estranho me atacou no pescoço, com uma mordida precisa na jugular. Podia sentir o sangue se esvaindo do meu corpo enquanto desmaiava lentamente.
Acordei uma semana depois sob os cuidados daquele que havia me salvado da criatura. Tudo o que eu via era sangue! Eu sintia uma estranha fome fluindo através das minhas veias. Isso me levava ao limite de minha vida mortal que lentamente era drenada. Num instante rápido eu realizava coisas estranhas.
Mergulhava em minhas lembranças, a respeito de tudo o que houvera acontecido. De onde tudo começou... Tentava reprimir o desejo de matar que nascia dentro de mim. Mas era tudo em vão. Estava condenado a viver neste tormento pelos séculos dos séculos.
Então, aquele que havia me salvado, chegando até a mim, se apresentou: - Astro era o seu nome. E era pertencente a uma antiga linhagem de “vampiros”.
Foi quando ele me deixou a par de tudo o que houvera acontecido, me falando da batalha entre lobisomens e vampiros iniciada desde os tempos antigos. Ele também me doutrinou naquilo que diz respeito à raça inimiga: suas virtudes e suas fraquezas. Foi um século de treinamento. Não é muito tempo para quem tem a eternidade á seu lado.
Francamente nem sei quem sou mais. O que resta de mim é apenas uma caricatura, um esboço daquilo que eu provavelmente seria se aquele lobisomem não tivesse cruzado meu caminho. E, atualmente, apenas uma coisa me motiva nesta minha semi-vida: a aniquilação de todos os lobisomens.
Se tenho medo da morte? Não, não tenho. Não se pode matar quem já morreu. Pois há 100 anos deixei de ser Lucius para ser apenas...
...WOLDEMORT.
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 21.024,08 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 0 |
| Combates: | 62 |
| Vencidos: | 22 |
| Derrotas: | 40 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 0,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 2.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 1579.21 |
| Danos sofridos: | 4742.04 |
Atributos de WOLDEMORT:
| Nível do personagem: | Nível 12 |
| Força: | ![]() (28) |
| Defesa: | ![]() (27) |
| Agilidade: | ![]() (27) |
| Resistência: | ![]() (27) |
| Habilidade: | ![]() (27) |
| Experiência: | ![]() (636|720) |
As estatísticas da página ancestral WOLDEMORT
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 26-30 Ano |
| Localidade: | Vespasiano |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
WOLDEMORT Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
WOLDEMORT criou até agora 1 Vampiros:
| kiam | Nível 6 | Pilhagem 2236.12 Litro de sangue |


(28)
(636|720)