Vampiro Tara
Vampiro Clan

Foi criado por Ancestrais dos vampiros 10.02.2007 às 22:02:45
Descrição do personagem
Estou numa noite fria, noite negra,
sei que preciso me alimentar,
e enquanto caço, e ouço os gritos,
tento beber sem nunca pensar

Pesadelos enquanto durmo,
com as pessoas que já matei,
em nome de minha fome, o sangue.
Parar? Não acham que eu já não tentei?

Cruzes e espadas, esperando para nos matar,
em nome de um Deus Ebreu, que morreu para nos salvar,
não sei se choro, não sei se grito,
eu já não sei no que acredito,
apenas fico aqui esperando,
imerso nessa escuridão.

E eu espreitando, nessa noite escura,
que quanto mais fria, mais perdura,
esperando nessa terra insana,
caçando de noite como um animal,
esperando o fim dessa guerra,
que perdura entre o bem e o mal.

Estou, numa noite fria, noite negra,
um manto que por mais que sujo,
ele me aconchega,
pois sou o filho das trevas,
e ela é uma mãe que não me renega.

Lutando em meio desta não- vida,
esperando alguém para me salvar,
talvez a cruz e a espada,
possam com minha dor acabar.

Amaldiçôo minha existência,
maldita minha vida Imortal,
não, não peço a sua clemência,
apenas aguardo-a até o final.

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Vísceras expostas no chão umedecido por teu sangue quente, meu eterno amor...
Espalham-se como as sombrias repercussões de um recente pesadelo, vi teu rosto
Desfigurado como as horríveis figuras das hordas infernais em desfile demente...
Em teu corpo restava a vaga lembrança da beleza que um dia teu semblante esculpiu...
Já que não podia ter tua maravilhosa pele ao meu alcance, teu mais belo sorriso espectral
A meu total dispor... Num acesso de insanidade latente, dispus-me de minhas vestes, assim como de meus medos...
Ao redor do círculo de fogo caminhei, uma visão indecente aos olhos puros que observam o pôr-do-sol...
Meu coração inclemente livrou-se de seus medos, terrores e amores...
Quando o fogo deu início à lenta consumação de tuas vestes, temi por minha alma,
Mais forte foi, no entanto, o instinto de infelicidade por não poder estar com você, beber de seus beijos envenenados...
Um sorriso triste esboçou-se em meu pálido rosto enquanto as lentas chamas consumiam tua pele uma vez tão bela, suave e pura...
Minha metade sangrava, queimava e gemia dentro de um círculo, em chamas...
As vozes dos demônios mais temidos em todo o reino das sombras entoavam teu nome, com inveja deste amor... "Como te sentes, meu doce amor?", foi minha última pergunta sem que resposta nenhuma fosse emitida por tua boca um dia tão sedutora...
Enquanto fenecias em meio às labaredas, meu coração rendia seus últimos lamentos por um amor à morte... Em meu peito, uma rosa sangrenta vive como lembrança de minha metade que se foi, sangrando sempre, a cada pôr-do-sol...
Uma rosa de sangue em minha pele cálida, tenra e morta... eternamente morta para o amor mortal...
Eternamente condenada por um amor infernal... Meu doce amor...
Tu me condenastes...
Ao inferno na terra...



Carta ao Diabo

Não quero contar os dias de sangue que me fazem chorar a morte dos que não deviam partir
vida de erro onde quem fica esta em risco
eu cai em mim
e me vi em um poço sem fim
não sei onde devo parar
nem qual devera ser o momento de por em obra os pensamentos insanos
é tudo um relógio
em que o ponteiro cada vez chega mais perto do fim
ou do começo do que levara ao fim
vão existir estrelas de sangue
pontos escuros na minha visão são como uma chuva de lama
ninguém consegue pisar no chão puro
nesse lugar de bocas sem dentes
de gente que não percebe em ser ausente
eu escutei os sinais das trevas
mas não lembro quais eram
pois em minha mente só haviam coisas turvas
eu neguei e fui negado
brinquei de ser mal e me tornei amigo do diabo
quero ser leve no vento que vem da noite escura
quero ser um instinto em um instante
fazer parte do ar e manipular
um segundo é tudo
em um segundo pode estar resumido tudo
é o tempo da morte rápida
é o momento do que não retoma
nunca mais me farei vivo ao dia
estarei apenas vestindo um traje de presença
eu vou ser vivo na noite que traz o contrario do dia
nos momentos de insanidade escrevo estas mensagens
que vem de algo ou de alguém
que quer falar contigo
te levar para pensar no real
seremos findados em algo
sem firmeza de ver uma certeza vou a você
digo o que dizer
e te faço mais um discípulo
tomo algo que você não sabe que é seu
pois agora quem sou eu é você
um membro
um obreiro
um servo
morra na hora em que acabar de entender que você errou de caminho
quando achou-me correto e me ajudou a te matar
a te levar para o inferno



Gemidos de prazer ecoam pela noite.
E som dos movimentos repetitivos é facilmente reconhecido.
Dois corpos se fundindo em um ritmo psicodélico comandado instintivamente pela paixão e irracionalidade do êxtase.
O ringir da frágil cama que sustenta a força de duas pessoas tentando recriar seu mundo utópico e inalcançável, a cada nova tentativa um novo sentimento é relembrado, descoberto e alcançado.
Os corpos mesmo exaustos arranjam forças para mover-se cada vez mais rápido ate o limite que é transformado em um grito nem sempre ouvido mas sempre sentido por aquele que transfere e recebe esta energia que circula por todo seu corpo deixando uma sensação relaxante apos abraçar quem esta ao seu lado e descansar fechando os olhos e sentindo o ar gélido do suor escorrendo.



Noite de um morcego

Voando pela noite sem caminho e rumo procurando por comida e diversão. Os olhos vêem a beleza da noite refletida pela luz do luar enquanto continuo a escutar procurando por minha presa.
O som de meus guinidos ecoa pelas arvores e folhas revelando o que minha visão não alcança.
Ao fundo escuto a suave respiração de algum ser, fechando meus dedos e mergulhando no vazio vou de encontro a carne que rasgo e furo com minhas presas, o doce sabor do sangue quente molha minha garganta. O frio da noite não me deixa saborear muito tempo pela coagulação rápida do sangue fresco que verte desta artéria mas já é o suficiente.
Vôo de volta para meu local inicial enquanto deixo o animal que certamente morrera nesta noite fria, a manhã se aproxima é o fim de mais uma noite de um morcego.



O toque

Imagino como seria tocar você.
A minha mão passando por sua pele sedosa.
Começando pelo seu pescoço apos seu beijo doce e descendo as suas costas.
Acariciando sua cintura subindo lentamente ate chegar em seus seios tão lindos.
Descendo ate suas pernas apreciando cada momento em que tento lhe agradar.
Escorrego meus dedos ate seus pés onde faço cócegas para ver seu sorriso brilhar.
Ver você feliz é o que quero.
Gostaria que este jogo romântico não acabasse nunca...



Na Lápide

Alma doce... beijo úmido,
No frio mármore ele toca,
Sentindo o corpo mudo,
Sem palavras, sem sentimento em troca...

Frio... no rio de prazer abaixo...
Fúria... na hora do prazer...
Luta... dois corpos nas cinzas...

Vazio firme... amor ébrio,
Que arranca da Alma macia
Um grito de deveras Sombrio,
Um uivo de agonia...

Amor... é o ódio encarnado...
Temor... é a voz da Noite Eterna...
Fogo... libido que interior incendeia...

No mármore frio das lápides,
Os corpos se tocam em volúpia e fulgor,
Acima das putrefácidas e vermífogas cidades,
Que habitam abaixo do túmulo, abaixo de seu amor.

Ferro... quente na pele morta...
Inveja... dos corpos ainda quentes...
Desejo... nas tumbas onde se envolvem...

Amor no Reino da Morte,
No Santuário da noite incessante,
Rasgando a Alma como um corte,
Que na pele aberto é constante.



Nocturne

The night whispers,
the night falls
I come to life when the night calls.
From darker shades of gray,
from the heart of a mortal
for the vampyr way.
I am neither evil nor saint
a prowler in the shadows the city lights paint.
I live in the heart
sets him afire
I live once again,
I run through his veins.
I see you in a smoky room hot and sweaty bodies the nights perfumes.
I follow the scent that fuels my desire,
and I follow with eyes of a hungry vampire.
I give you my passion in exchange for a treat that I may feed on the neck of your fantasies so sensual so sweet I can almost taste your essence that emanates,
My lips, your neck my tongue, your neck I bite down on your neck I penetrate.
Sweet surrender my arousal grows, your elixir for my passion rendered feel the rapture flow.
A silent scream I lick you clean no mark, no trace Mmm wet dream. . .
Nocturne.



INATINGÍVEL

O QUE SOU EU, gritei um dia para o infinito
E o meu grito subiu, subiu sempre
Até se diluir na distância.
Um pássaro no alto planou vôo E mergulhou no espaço.

Eu segui porque tinha que seguir
Com as mãos na boca, em concha
Gritando para o infinito a minha dúvida.

Mas a noite espiava a minha dúvida
E eu me deitei à beira do caminho
Vendo o vulto dos outros que passavam
Na esperança da aurora.
Eu continuo à beira do caminho
Vendo a luz do infinito
Que responde ao peregrino a imensa dúvida.

Eu estou moribundo à beira do caminho.
O dia já passou milhões de vezes
E se aproxima a noite do desfecho.
Morrerei gritando a minha ânsia
Clamando a crueldade do infinito
E os pássaros cantarão quando o dia chegar
E eu já hei de estar morto à beira do caminho.

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Estatísticas
Total da pilhagem: 586.369,71 Litro de sangue
Vítimas mordidas (link): 73
Combates: 1840
Vencidos: 1036
Derrotas: 804
Empates 0
Ouro ganho: ~ 24.000,00 Ouro
Ouro perdido: ~ 80.000,00 Ouro
Danos causados: 155377.04
Danos sofridos: 443825.16
Atributos de Tara:
Nível do personagem: Nível 55
Força: (108)
Defesa: (109)
Agilidade: (109)
Resistência: (108)
Habilidade: (80)
Experiência: (15116|15125)
As estatísticas da página ancestral Tara
Desafios tentados: 21
Desafios bem sucedidos: 19
Desafios perdidos: 2
O guarda de Tara
Cérbero do Apocalípse
Gênero de guarda: Cérbero do Apocalípse
Nome do guarda: Cérbero do Apocalípse
Ataque: (70)
Defesa: (70)
Resistência: (70)
Dados do perfil
Sexo: feminino
Idade: 15-20 Ano
Localidade: Taubaté-SP/Brasil
Número ICQ: ---
MSN Messenger: ---
Yahoo: ---
Nome AIM: ---
Jabber ---
Skype ---
Arena

Tara Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Tara criou até agora 1 Vampiros:
McCutcheon Nível 8 Pilhagem 8728 Litro de sangue
 


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