Vampiro DZombie
Clan:
Descrição do personagem
A DOR me desperta no campo de batalha...a minha volta os corpos mutilados e destroçados de meus amigos, irmãos e companheiros...não há sobreviventes...como estava vivo??? Nada importava, queria apenas voltar para casa e minha família. Assustado e ferido corri por entre as árvores, pedras e riachos da floresta que ocultava meu lar.
A cada passo dado, um magnetismo sobrenatural despertava dentro de mim. Ruídos nunca ouvidos agora eram audíveis, meus olhos viam longe na escuridão da floresta e um aroma adocicado de sangue subia do restante da armadura que usava...a floresta parecia cada vez mais viva ao meu redor.
Tentando manter minha mente lúcida, recordava da guerra, estávamos lutando havia 36 luas cheias e minha tribo estava perdendo. Tudo começou quando um estranho apareceu durante a noite na vila...ele matou 4 guardas e foram necessários mais de 20 homens para matá-lo. Logo, outros vieram procurá-lo e inevitavelmente fomos obrigados a lutar por nossa sobrevivência.
A distancia, vejo na escuridão as tochas da muralha externa, paro por um momento, hesitante, como explicaria ser o único sobrevivente de nosso poderoso exercito: 1200 soldados, fortes e armados, contra apenas uns 100 ou 200 do inimigo? Decido arriscar...precisava de ajuda...a cada passo que dou sinto um calafrio crescer na espinha...
O Sol começa a nascer no horizonte, chego à margens da clareira antes do portao principal, exausto e ofegante, os guardas me avistam e correm em minha direção...antes que pudesse dizer uma palavra caio inconsciente.
Acordo horas mais tarde dentro do calabouço, na cidadela, meus ferimentos estão tratados e uma mesa farta esta a disposição. Dois guardas me vigiavam e tinham ordens para impedir que saisse ate falar com o chefe-comandante, nem minha família eles permitiam entrar para que vissem que estava bem. Estava faminto, mas não conseguia comer...tudo que engolia colocava para fora na mesma hora...
Pouco tempo passa e anoitece novamente...me pergunto por quanto tempo fiquei desacordado. O chefe-comandante aparece, em seus olhos...Pânico! Me questiona sobre a batalha. Não lembrava de todos os detalhes precisos mas mesmo assim contei a historia: "O dia estava terminando quando a corneta de ataque foi soou...o inimigo havia sido avistado...entramos em formação de combate e trotamos por mil metros ate o campo de batalha...nosso numero era imensamente maior que o deles...o sinal é dado e a batalha começa...a luta se estende por 1 hora, eles possuiam força e agilidade incríveis...atravesso com minha espada três deles e mesmo assim continuavam lutando, recebo um golpe nas costas e caio sobre um dos corpos. O soldado desperta e me joga para o lado, levanta-se e retira de suas entranhas uma espada, me olha rastejando no chão e desfe um golpe em meu tórax, rasgando minha armadura como se fosse uma folha seca.
A dor parecia não ter fim...minha vista escurece e antes de desmaiar, vejo meu atacante lamber o sangue da espada e dizer: “Nos veremos em breve irmãozinho...” – Deixa sair de seu peito uma alta gargalhada e retornando ao combate.
Terminando meu relato sinto um calor crescer dentro de mim, uma inquietação...um formigamento nas pontas dos dedos e nos pés. Minhas unhas crescem e engrossam. Fecho com força minhas mãos e olhos e quando os abro novamente não vejo mais a figura do chefe e sim um belo rio vermelho pulsando ritmicamente em seu interior, não apenas dele, mas de todos os presentes. Tento me controlar, mas um instinto assassino se apodera de mim e ataco um dos guardas, enquanto mordo-lhe o braço meu conhecimento vai sendo ampliado e aquele doce sabor de SANGUE e CARNE me faz sentir de uma forma mais viva do que jamais havia sentido...segundos depois sou nocauteado...
No dia seguinte sou julgado e condenado por traição e assassinato de todos meus companheiros de exército. Taxado como espião, o chefe descreve perante todos o campo de batalha e conta como nossos homens cairam em uma emboscada, pois em sua ignorância não encontrou nenhum corpo do inimigo. Minha família me olha com vergonha, medo e desprezo no pronunciamento da sentença. Antes que uma rebelião tivesse inicio dentro do salão da cidadela, sou levado de volta ao calabouço e colocado dentro de um caixão de ferro fundido, com as mãos e os pés acorrentados...me lacram como se eu fosse um animal e me cimentam em uma das paredes...
Imortal e amaldiçoado, fui aprisionado em uma tumba, sem ser capaz de morrer, escutei na escuridão de minha prisão enquanto queimavam a vila, minha casa, minha identidade. Escutei homens e animais passarem por aquele local, muito tempo depois. Escutei também a natureza crescer e se fortalecer ao meu redor. Passei muitos e muitos ciclos da lua desejando a morte, mas nunca morrendo, sentido a fome crescer e crescer e nunca sendo satisfeito, conflitando com meus demônios interiores a minha alma....ate ser “descoberto” por um grupo de geólogos.
Estou livre novamente e desta vez não permitirei que me matem ou me aprisionem. Sou um IMORTAL e agora tenho uma nova família e um clã para cuidar de mim e eu deles. Surge a nossa frente uma nova ameaça, se opondo a nossa liberdade... essa espécie inferior... os Lobisomens...
A cada passo dado, um magnetismo sobrenatural despertava dentro de mim. Ruídos nunca ouvidos agora eram audíveis, meus olhos viam longe na escuridão da floresta e um aroma adocicado de sangue subia do restante da armadura que usava...a floresta parecia cada vez mais viva ao meu redor.
Tentando manter minha mente lúcida, recordava da guerra, estávamos lutando havia 36 luas cheias e minha tribo estava perdendo. Tudo começou quando um estranho apareceu durante a noite na vila...ele matou 4 guardas e foram necessários mais de 20 homens para matá-lo. Logo, outros vieram procurá-lo e inevitavelmente fomos obrigados a lutar por nossa sobrevivência.
A distancia, vejo na escuridão as tochas da muralha externa, paro por um momento, hesitante, como explicaria ser o único sobrevivente de nosso poderoso exercito: 1200 soldados, fortes e armados, contra apenas uns 100 ou 200 do inimigo? Decido arriscar...precisava de ajuda...a cada passo que dou sinto um calafrio crescer na espinha...
O Sol começa a nascer no horizonte, chego à margens da clareira antes do portao principal, exausto e ofegante, os guardas me avistam e correm em minha direção...antes que pudesse dizer uma palavra caio inconsciente.
Acordo horas mais tarde dentro do calabouço, na cidadela, meus ferimentos estão tratados e uma mesa farta esta a disposição. Dois guardas me vigiavam e tinham ordens para impedir que saisse ate falar com o chefe-comandante, nem minha família eles permitiam entrar para que vissem que estava bem. Estava faminto, mas não conseguia comer...tudo que engolia colocava para fora na mesma hora...
Pouco tempo passa e anoitece novamente...me pergunto por quanto tempo fiquei desacordado. O chefe-comandante aparece, em seus olhos...Pânico! Me questiona sobre a batalha. Não lembrava de todos os detalhes precisos mas mesmo assim contei a historia: "O dia estava terminando quando a corneta de ataque foi soou...o inimigo havia sido avistado...entramos em formação de combate e trotamos por mil metros ate o campo de batalha...nosso numero era imensamente maior que o deles...o sinal é dado e a batalha começa...a luta se estende por 1 hora, eles possuiam força e agilidade incríveis...atravesso com minha espada três deles e mesmo assim continuavam lutando, recebo um golpe nas costas e caio sobre um dos corpos. O soldado desperta e me joga para o lado, levanta-se e retira de suas entranhas uma espada, me olha rastejando no chão e desfe um golpe em meu tórax, rasgando minha armadura como se fosse uma folha seca.
A dor parecia não ter fim...minha vista escurece e antes de desmaiar, vejo meu atacante lamber o sangue da espada e dizer: “Nos veremos em breve irmãozinho...” – Deixa sair de seu peito uma alta gargalhada e retornando ao combate.
Terminando meu relato sinto um calor crescer dentro de mim, uma inquietação...um formigamento nas pontas dos dedos e nos pés. Minhas unhas crescem e engrossam. Fecho com força minhas mãos e olhos e quando os abro novamente não vejo mais a figura do chefe e sim um belo rio vermelho pulsando ritmicamente em seu interior, não apenas dele, mas de todos os presentes. Tento me controlar, mas um instinto assassino se apodera de mim e ataco um dos guardas, enquanto mordo-lhe o braço meu conhecimento vai sendo ampliado e aquele doce sabor de SANGUE e CARNE me faz sentir de uma forma mais viva do que jamais havia sentido...segundos depois sou nocauteado...
No dia seguinte sou julgado e condenado por traição e assassinato de todos meus companheiros de exército. Taxado como espião, o chefe descreve perante todos o campo de batalha e conta como nossos homens cairam em uma emboscada, pois em sua ignorância não encontrou nenhum corpo do inimigo. Minha família me olha com vergonha, medo e desprezo no pronunciamento da sentença. Antes que uma rebelião tivesse inicio dentro do salão da cidadela, sou levado de volta ao calabouço e colocado dentro de um caixão de ferro fundido, com as mãos e os pés acorrentados...me lacram como se eu fosse um animal e me cimentam em uma das paredes...
Imortal e amaldiçoado, fui aprisionado em uma tumba, sem ser capaz de morrer, escutei na escuridão de minha prisão enquanto queimavam a vila, minha casa, minha identidade. Escutei homens e animais passarem por aquele local, muito tempo depois. Escutei também a natureza crescer e se fortalecer ao meu redor. Passei muitos e muitos ciclos da lua desejando a morte, mas nunca morrendo, sentido a fome crescer e crescer e nunca sendo satisfeito, conflitando com meus demônios interiores a minha alma....ate ser “descoberto” por um grupo de geólogos.
Estou livre novamente e desta vez não permitirei que me matem ou me aprisionem. Sou um IMORTAL e agora tenho uma nova família e um clã para cuidar de mim e eu deles. Surge a nossa frente uma nova ameaça, se opondo a nossa liberdade... essa espécie inferior... os Lobisomens...
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 56.034,32 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 0 |
| Combates: | 255 |
| Vencidos: | 177 |
| Derrotas: | 78 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 4.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 2.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 16356.56 |
| Danos sofridos: | 18469.16 |
Atributos de DZombie:
| Nível do personagem: | Nível 19 |
| Força: | ![]() (39) |
| Defesa: | ![]() (37) |
| Agilidade: | ![]() (34) |
| Resistência: | ![]() (33) |
| Habilidade: | ![]() (30) |
| Experiência: | ![]() (1743|1805) |
As estatísticas da página ancestral DZombie
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
O guarda de DZombie
| Gênero de guarda: | Cão de Caça de Pedra |
| Nome do guarda: | Cão dragão |
| Ataque: | ![]() (20) |
| Defesa: | ![]() (18) |
| Resistência: | ![]() (16) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 20-25 Ano |
| Localidade: | Brasil |
| Número ICQ: | I SeeK YoU!!! |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
DZombie Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
DZombie criou até agora 1 Vampiros:
| Bertran | Nível 7 | Pilhagem 6418.36 Litro de sangue |


(39)
(1743|1805)