Vampiro hellsmorf
Descrição do personagem
EU SOU A REENCARNACÃO DO VAMPIRO DE HIGHGATE
Um dos interlúdios mais interessantes na história do vampiro se refere aos eventos que ocorreram num cemitério no bairro de Highgate em Londres de 1967 a 1983.
A história começou com relatos de uma entidade fantasmagórica vista à noite no cemitério. Enquanto circilavam rumores de um fantasma, o investigador de ocultismo e diretor da Vampire Research Society, Sean Manchester, recebeu o relato da escolar Elizabeth Wojdyla e sua amiga, que alegaram terem visto algumas sepulturas abertas e mortos saindo delas. Wodjyla também relatou Ter tido pesadelos nos quais alguma coisa muito ruim tentou entrar em seu quarto. Ao longo dos anos, Manchester colecionou relatos similares de visões estranhas associadas ao cemitério. Em 1969, os pesadelos de Wodjyla retornaram, exceto que agora a figura malevolente de fato entrou em seu quarto. A moça havia desenvolvido os sintomas de anemia perniciosa e em seu pescoço duas pequenas feridas sugeriam a clássica mordida de vampiro. Manchester e o namorado de Elizabeth trataram-na como vítima de vampirismo e encheram seu quarto de alho, cruzes e água benta. A menina logo melhorou. Nesse meio tempo, várias pessoas continuaram a dizer que tinham visto um ser fantasmagórico no cemitério.
Por serem parecidos, provavelmente nimguém teria tomado conhecimento dos relatos highgate se placas não tivessem sido colocadas informando que o cemitério e um parque anexo estavam sendo utilizados para rituais que envolviam a matança de animais. Alguns animais mortos tinham sido drenados de sangue e o jornal local perguntou em manchete: "Existe um vampiro rondando Highgate?". Manchester relatou em seguida que tinha sido procurado por outra mulher com os mesmos sintomas de Wodjyla. A jovem senhora, seguida enquanto estava sob os efeitos de sonambulismo, levou manchester a um conjunto de túmulos no cemitério. Manchester disse a imprensa, acreditar que existia um vampiro genuíno em Highgate e que providências adequadas deveriam ser tomadas. A reportagem do jornal e a subseqüente informação dada pela Independence TV Thames fez com que o cemitério se tornasse um local de encontro de curiosos. Um grupo de cineastas amadores usou o local para um filme chamado Vampires by Night. Na Sexta-feira, 13 de março de 1970, perante uma multidão de curiosos, Manchester e dois auxiliares entraram em um túmulo onde três caixões foram encontrados vazios. Untaram os caixões com alho e colocaram uma cruz em cada um. Os túmulos foram salpicados com sal (usado em exorcismo) e água benta.
Os eventos se tornaram desagradáveis em agosto, quando o corpo de uma jovem foi encontrado no cemitério. Parecia que alguém tinha lidado com o corpo como se fosse o de um vampiro, decapitando-o e tentando queimá-lo. Cidadãos irados exigiram que as autoridades protegessem de abusos os corpos de entes queridos. Antes do final daquele mês, a polícia prendeu dois homens que alegaram serem caçadores de vampiros. Os homens se tornaram um fator de relacionamento cada vez mais azedo entre Manchester e a polícia. Mas enquanto a polícia se distraiu com os caçadores de vampiros amadores, Manchester tinha entrado em outro túmulo, descobrindo o que acreditava ser um vampiro real. Em vez de mutilar o corpo (um crime na Inglaterra), leu um exorcismo e selou o túmulo com cimento misturado com pedaços de alho.
No verão de 1970, David Farrant, outro caçador de vampiros amador, entrou em cena. Alegou Ter visto o vampiro e foi em seu encalço com uma estaca e um crucifixo, mas foi preso. Mais tarde converteu-se a uma forma de satanismo. Foi posteriormente acusado de duas violações de túmulo em Highgate. Em 1978, denunciou o vampiro como uma farsa que ele mesmo havia criado em 1970. Manchester respondeu prontamente, acrescentando que os relatos se originaram antes do envolvimento de Farrant e que ele não estava inteirado dos incidentes que haviam tornado os vampiros de Highgate tão dignos de nota. Neste meio tempo em 1973, Manchester começou a investigar uma mansão abandonada nas proximidades do cemitério de Highgate, com fama de assombrada. Em diversas ocasiões, Manchester e seus assistentes entraram na mansão. Encontraram um caixão no porão e o arrastaram para o quintal. Abrindo-o, manchester viu o mesmo vampiro que tinha visto quatro anos antes no cemitério de Highgate. Desta vez conduziu um exorcismo através de estaqueamento do corpo, que se desintegrou numa substãncia melosa e fedorenta. Em seguida queimou o caixão. Tinha destruido o vampiro de Highgate. Logo após esse incidente a mansão foi demolida e construído em seu lugar um edifício de apartamentos.
As conseqüências do vampiro de Highgate não terminaram com sua morte. Em 1980 relatos de animais mortos, encontrados com o corpo drenado de sangue, começaram a aparecer em Finchley. Manchester acreditava que um vampiro criado pela mordida do vampiro de Highgate era a causa. Entrou em contato com várias pessoas que havia conhecido em 1970 e posteriormente chegou a uma mulher a quem chamou de Lusia, como a culpada. Descobriu que Lusia teria morrido, sendo enterrada no Great Northern London Cemetery. Manchester teve sonhos no qual ela lhe aparecia. Uma noite no outono de 1982, Manchester entrou no cemitério, lá encontrando uma enorme criatura na forma de uma aranha, do tamanho de um gato. Enfiou uma estaca na criatura e, com a aproximação da aurora, ela se metamorfoseou em Lusia: só agora ela havia realmente morrido. Manchester devolveu os restos mortais ao túmulo, encerrando assim o caso do vampiro de Highgate.
Manchester escreveu relatos de sua experiência em The Highgate Vampire e a Vampire Research Society tem a venda uma fita cassete com o relatos do incidente.
O MOVIMENTO VAMPIRO
Todo ano surge alguém em algum lugar acusado de atacar pessoas para sugar-lhes o sangue. Segundo alergistas americanos da universidade de Idaho, a ânsia por sangue é causada por dependência alérgica de alimentos ricos em proteínas. Na psicologia diz-se que sofrem de hematomânia, um fetiche de sangue onde o prazer sexual entre outras necessidades psicológicas dos indivíduos são atendidos por um consumo regular de sangue humano (por vezes também consome-se carne humana). Muitas pessoas que chupam o sangue das outras dizendo-se vampiros acabam em hospícios onde são tratadas com entortas - injeções de tranqüilizantes que as deixam literalmente tortas enquanto dura o efeito. Outras vão para a cadeia. Não se sabe quantas nunca foram capturadas ou quantas ainda continuam mandando pessoas para a lista dos desaparecidos.
De qualquer forma, é provável que a maioria das pessoas que bebem sangue o obtém por meios legais, geralmente de um ou mais doadores que sejam propensos a tal. Em 1996, por exemplo, Catharyne Press, uma americana de 28 anos, disse numa entrevista à imprensa que existem 8 mil vampiros nos Estados Unidos e confessou: "Eu sou um vampiro". Ela garante que tem muitos amigos e que todos conhecem seu vício. Toma uma dose diária de sangue mas também garante que nunca matou ninguém para não "secar a fonte". Quando acha que não bebeu o suficiente complementa com sangue de vaca.. Entretanto, alguns deles apelam para o crime e poucos já entraram na lista dos assassinos seriais mais destacados do Ocidente.
Tudo por um mórbido prazer... Em Bottanaucco, Itália, no ano de 1872, Vincenzo Verzeni confessou, em julgamento, que beber o sangue humano lhe dava imensa satisfação. Terminou sendo condenado por 4 casos de tentativas e 2 de assassinato. Outro crime foi cometido por Estelita Forencio, nativa de Pacce, província de Iloilo, nas Filipinas. Ela foi detida por tentativa de assassinato em 1952 e explicou que havia adquirido a mesma ânsia de seu marido da qual sofria 'ataques' regularmente. Por isso havia mordido e chupado o sangue de diversas pessoas. Exintem também, e em grande número, aqueles que preferem 'resistir à tentação, como o vampiro moderno inglês Carl Jonhson, que vivia perto do cemitério de Exéter. Em 1974, ele fez a seguinte confissão num depoimento à imprensa: "Eu estava deitado no sofá outra noite, lendo um livro, e de repente veio aquela ânsia terrível de sangue. Eu sentia que tinha que sair e achar alguém para morder, mas consegui me controlar". Outro depoimento desta natureza foi dado em 1974 por uma americana que se identificou apenas como Lilith (provavelmente um pseudônimo adotado em homenagem à personagem vampírica do Talmude). Ela contou que na adolescência, costumava vagar pelas ruas de sua cidade sedenta de sangue, nas noites de lua cheia. Quando adulta a 'sede' acalmou. Apesar disso, ela afirmou temer que, numa noite de lua cheia, o vício voltasse e ela viesse a acordar 'seca' novamente, em sua cama, ao lado do marido. Não sabe o que aconteceria.
Há também aqueles que apelam para o sangue de animais. Mesmo assim muitos dos 'passivos' só não matam por não se encontrarem em condições favoráveis para tal. Na verdade, a grande maioria deles tem na consciência uma mesma frase: "Nós não somos inocentes". Um caso antigo teve lugar em Montluel, na França, quando Martin Dumollard assassinou várias meninas, bebendo-lhes o sangue. Foi julgado em 1861 e executado com pena de morte. Em 1897 Joseph Vacher, nativo de Bourg, França, deixou as tradicionais mordidas no pescoço de, no mínimo, doze pessoas enquanto caminhava à pé pelo país. Depois de muita procura conseguiram captura-lo para julgamento. Foi condenado e executado por ter matado e sorvido o sangue de seres humanos. Existem casos mais recentes, como o de Salvatore Agron que, na época, tinha 16 anos. Ele foi executado em 1959 por ter matado diversas pessoas durante à noite, vestido de 'vampiro' no estilo clássico do cinema. Durante seu depoimento, no tribunal, Salvaore alegou ser vampiro.
Outro caso de vampirismo cássico teve lugar em Manteros, Argentina: 15 mulheres acusaram Florencio Roque Fernandez de ter invadido seus quartos, morder-las e beber-lhes o sangue. Foi detido em 1960. Também Stanislav Modzieliewski, morador de Lodz, Polônia, foi julgado e condenado em 1969 por seis tentativas e sete assassinatos, terminando por confessar que achava o sangue delicioso. Uma mulher, que estava entre as testemunhas de acusação, alegou ter sido atacada mas conseguiu sobreviver por ter se fingido de morta enquanto Modzieliewski lhe bebia o sangue. Facas ou outros instrumentos cortantes contumam ser utilizados por aqueles que "não tem dentes apropriados..." Foi o recurso utilizado pela homossexual Tracy Wigginton, de Brisbane, Austrália, que esfaqueou e bebeu o sangue de Clyde Blaylock. Ela alegou ser vampira e disse que regularmente bebia sangue de suas amigas. Foi julgada e condenada em 1991. Também Richard Cottingaham esfaqueou e bebeu o sangue de uma jovem prostituta. Foi detido em 1979 e, mais tarde, descobriu-se que ele já havia assassinado várias mulheres que, na maior parte dos casos, mordera e lambera o sangue proveniente dos ferimentos.
Outro caso ocorreu em Munique, na Alemanha onde descobriu-se que Alfred Käser, julgado em 1963, esfaqueou e, depois, bebeu o sangue pelo pescoço de um menino de 10 anos. E ainda em 1992 houve o julgamento de Deborah Joan Finch que depois de dar 27 facadas num vizinho, bebeu o sangue que escoava das feridas. Mas, como já pudemos observar, nem todos os todos os vampiros são capturados. Existem também aqueles que escaparam mas que deixaram algum vestígio de sua 'passagem'. Eis alguns casos: Em Czinkota, Hungria, provavelmente no ano de 1916, os vizinhos de Bela Kiss resolveram fazer uma busca em sua propriedade depois de receberem uma notificação de que este havia morrido na primeira guerra mundial. Encontraram 31 corpos 'estrangulados'. Todos possuíam uma ferida no pescoço e tiveram o sangue drenado. Entretanto duvida-se, pela antiguidade do caso, que as mortes tenham realmente sido inspiradas na lenda do vampiro. No entanto, um caso do qual qual não se pode duvidar desta influência ocorreu numa noite, no bairro de Bonsucesso, no município paulista de Guarulhos, aqui mesmo, no Brasil. João Carlos da costa foi encontrado morto com as tradicionais marcas de mordida no pescoço. Maria Nogueira também fora atacada repentinamente ao caminhar por uma rua escura mas conseguiu se salvar. O atacante desapareceu sem deixar vestígios.
As vezes os relatos misturam a lenda ao real, dotando os vampiros de poderes sobrenaturais mas que deixam vítimas reais. Foi o que aconteceu em fevereiro de 1984, quando 23 mulheres de 18 a 20 anos tiveram seu sangue sugado em Banda Aceh, na Indonésia. Os jornais noticiaram que os vampiros responsáveis haviam se transformado em gatos, especialmente pretos. Como resultado, a população saiu às ruas e realizou uma verdadeira matança de gatos. Mas não surtiu efeito, pois o vampiro continuou atacando. Então, a solução encontrada foi trancar as mulheres em casa até que os ataques parassem de ocorrer. Eles nem sempre agem como os personages de um filme, na verdade muitos preferem mudar constantemente o modo de agir esforçando-se para não apresentar nenhum tipo de padrão. Outros ainda criam métodos próprios para agir.
Houve uma mulher no bairro de Soho, em Londres, Inglaterra, que depois de voltar para casa com um homem, oferecia-lhe bebidas na qual pusera barbitúricos. Depois cortava o pulso e bebia o sangue das vítimas dopadas e inconscientes. Repetiu a operação com, no mínimo, seis homens no verão de 1988. Ela nunca foi detida e permanece, até hoje, desconhecida. Outra que quase escapou ilesa pela engenhosidade de seus crimes foi Tala, uma moradora de Jacarta, capital da Indonésia, com 25 anos em 1993, que foi presa por suspeita de vampirismo e bruxaria. Ao que parece, ela se 'transformava' após o casamento e chegou a enviuvar de cinco maridos. Todos morreram em conseqüência de uma forte 'anemia' que os deixava lívidos. Os próprios pais de Tala testemunharam contra ela alegando que seus genros enfraqueciam a olhos vistos, após uma noite com Tala ficavam sempre exaustos. Um curandeiro local examinou o corpo do quinto marido que, segundo ele, estava totalmente desprovido de sangue venoso. Este curandeiro acabou por concluir que Tala teve seu espírito dominado por Negasjatingarom, 'o mais poderoso dos vampiros', do qual há lendas conhecidas nas proximidades. Outro caso curioso aconteceu no ano de 1947: Elizabeth Short foi assassinada. Seu corpo foi encontrado já morto e desmembrado em Hollywood, Califórnia. De princípio nada indicava que pudesse ter sido fruto de atividade vampírica mas exames posteriores revelaram que o sangue da mulher havia sido drenado. Suspeita-se de vampirismo num caso ocorrido no Brasil: crianças foram seqüestradas na cidade de Cascavel, Paraná, em abril de 1974. Elas tiveram parte do sangue extraído com uma seringa e, depois, foram abandonadas desmaiadas. Os principais suspeitos eram japoneses que utilizavam uma Kombi para realizar os seqüestros. A polícia negou tudo, mas a história assustou tanto aos moradores que algumas escolas fecharam por alguns dias para evitar expor seus alunos ao perigo. Também um menino foi atacado em Porto Alegre por um homem negro e barbudo no ano de 1978 que, segundo o depoimento da criança, picou suas mãos com uma seringa e recolheu o sangue numa garrafa. Depois deixou sua vítima fugir e nunca mais foi visto.
Estes não são nem o comportamento nem a aparência que vampiros costumam apresentar mas os atacantes podem ter feito isso a mando de alguém, visto que armazenaram o sangue ao invés de bebê-lo. Nos Estados Unidos, em 1987, ocorreu um caso similar quando um freqüentador de um parque de San Francisco, Califórnia, foi seqüestrado durante a prática de cooper e mantido em um furgão por uma hora enquanto um homem lhe bebia o sangue. O Jornal Weekly World Newes publicou a seguinte notícia, sob a manchete "Vampiros seqüestram ambulância cheia de sangue!": "Triste Itália - Ladrões armados seqüestraram uma ambulância carregada de amostras de sangue, perto da fronteira ítalo-iugoslava, roubando centenas de frascos de sangue coletado recentemente. Os policiais estão atribuindo o assalto a vampiros malignos e sedentos!" Sem dúvida, uma operação ousada!
No mês de Julho de 1996 os vampiros viraram manchete de jornal por causa do desaparecimento de Susan Walsh, uma 'go go girl' que decidira tornar-se repórter investigativa. Seu primeiro assunto seria o movimento vampiro. Amiga de Susam disse que antes de desaparecer "Ela estava fascinada pela cultura dos vampiros". Dois meses se passaram e a polícia ainda não tinha suspeitos mas os jornais sensacionalistas apontaram os vampiros, publicando manchetes como: 'Cops wonder: was missing "red light" striper ... murdered by vampires ?'. O namorado vampiro de Susan, Cristian, disse em entrevista para a tv que "é ridículo pensar que algum deles poderia ter feito mal a ela", e completa: "Eu mesmo não posso nem ver sangue, sou vegetariano".
As vezes, os vampiros podem se revoltar contra seus próprios pares como aconteceu em 1988 quando Don Gall resolveu acampar com 4 rapazes em St Cloud, Minnesota. Aparentemente, ele fora muito autoritário com os demais, que se revoltaram e, no mínimo, dois deles não resistiram à tentação de provar sangue humano. O corpo de Gall foi encontrado boiando no rio Mississipi dias depois e os rapazes foram presos, terminando por confessar que eram fascinados pelo estilo de vida dos vampiros. Em 1987, no interior dos EUA, gangues adolescentes inspiradas pelo filme Garotos perdidos (Lost Boys), sangraram pessoas para extrair alguns 'drinques' vampíricos. Esta não teria sido nem a primeira nem a única vez que rippies envolveram-se no vampirismo. Segundo denúncia dos moradores da cidade de Honda, hippies teriam raptado e sugado o sangue de crianças no ano de 1972. Os adeptos do 'Blood Power' teriam vitimado cinco crianças e, uma outra, disse ter sido seqüestrada no distrito vizinho de espinal, mas escapara ilesa.
Não são apenas os vampiros que preocupam nesse sentido. Acontece que onde supõem-se haver vampiros podem surgir 'caçadores'. Pode ser o caso de uma pessoa agir solitária como tal, ou mesmo que toda uma população decrete linchamento para o suposto vampiro como no caso ocorrido no mês de maio de 1973, quando alguns mendigos foram encontrados mortos misteriosamente em Calcutá, uma das mais importantes cidades da Índia. Os cadáveres apresentavam marcas de mordida no pescoço produzidas, aparentemente, por aparelhagem mecânica mas a polícia não esclareceu que tipo de equipamento teria sido empregado. Logo que a notícia se espalhou, a população entrou em pânico e foi às ruas armada com tacapes e estacas de madeira. A multidão enfurecida linchou cinco maltrapilhos com aparência suspeita e outros vinte saíram feridos. Se haviam vampiros no local devem ter fugido definitivamente para bem longe do pais. O jornal "Mirror", de Londres, Informou em 27 de Fevereiro de 1969, que os habitantes do vilarejo de Korogwe, na África Oriental, estavam convencidos de que um vampiro arrebatara vários deles à noite e, por isso, decidiram tentar uma emboscada. Parece que eles acreditavam que o vampiro fosse um europeu pois decidiram matar o primeiro branco que chegasse que, no caso, foi um alemão chamado Klaus Kaufmann que era diretor de uma plantação. O pobre homem foi morto à golpes de lanças e facão. Sete homens acusados de seu assassinato, foram presos e levados a julgamento em Dar-es-Salan, alegando terem matado um vampiro. Entretanto, os habitantes de Korogwe continuaram apavorados acreditando que o verdadeiro vampiro ainda estava à solta pois vários deles continuaram desaparecendo misteriosamente. Henry Rip, de 50 anos, foi indiciado pela justiça de Ohio em 1994 depois de confessar o assassinato de sua própria mãe, com quase 80 anos. Ele sentia-se rejeitado por ela e achava que isto devia-se a ela 'ser' uma mulher-vampiro, motivo pelo qual ele a matara. Apesar de acreditar ser filho de uma mulher-vampiro, ele alegava não ser vampiro e quis alertar o mundo sobre o fato de os vampiros estarem dominando o planeta.
Há algumas décadas vivia em Praga, Checoslováquia, uma mulher chamada Petra. Quando jovem, Petra Vucek era muito bela. Muitos a cortejavam porém, ela conheceu seu grande amor durante uma festa ao ar livre. Decidiu-se de que aquele devia ser seu homem... mas ficou horrorizada quando foi mordida pela primeira vez. Não podia fazer outra coisa se não abandonar o rapaz. E assim o fez. Mas havia um outro problema: Ela estava grávida. Levava no ventre um mal vourdalek ou, utilizando a expressão eslava mais comum, um vampirevich - filho de vampiro. Assim, daquela funesta paixão nasceu um totenkind, um filho da tumba. Karel Vucek cresceu junto de sua mãe, que trabalhava para mante-lo. Tinha a aparência de uma pessoa normal mas Petra sabia que não era e esperada, com angústia, que ele se manifestasse. Passaram-se anos de agonia antes que o garoto ameaçasse morder. A primeira vítima foi uma menina da mesma idade de Karel. Quando soube do fato, Petra experimentou quase que uma sensação de alívio pois finalmente a espera havia acabado. Não contou nada ao menino e, num domingo de agosto vestiu o filho com a roupinha mais bonita e levou-o para fora da cidade, numa localidade acima do rio Vltava, muito conhecida dos namorados pelos passeios de barco. Lá, Petra alugou um barco e saiu com seu filho mas quando voltou à margem estava só. Não procurou esconder seu crime, foi presa e passou vinte anos na cadeia. No fim da vida era uma velhinha como tantas outras mas lembrava bem a história e não hesitava em contá-la. A única coisa que lhe perturbava era o apelido que lhe deram no bairro onde morava e que os moleques gritavam: mamãe morte.
A ERA DOS VAMPIROS
Como vimos, o vampirismo é uma lenda presente desde tempos antiquíssimos e em diversas regiões, no entanto, no século XVIII assistimos a uma verdadeira avalanche de casos e histórias, quase todas oriundas da Europa Oriental, que colocou em polvorosa a opinião pública e despertou a curiosidade e o espanto de filósofos, religiosos e autoridades governamentais.
Conhecido como o século das luzes, foi uma época em que o saber e a ciência davam passos considráveis. Pensava-se que a razão tudo esplicaria, e que crenças e supertições seriam coisas do passado. Por outro lado, as seitas místicas e esotéricas também aumentavam, o que fazia desta época, um tempo de contradições. Jornais franceses desta época chegaram a estampar reportagens sobre impressionantes histórias, que fazia do vampirismo um assunto dos mais destacados.
Conta-se que neste tempo, em muitas regiões da Europa Oriental o vampirismo tornou-se uma verdadeira praga, atingindo dezenas de jovens, velhos, crianças e até mesmo animais. Por esta época, segundo as narrativas, hordas de mortos-vivos assombravam de forma horripilante vilas e aldeias, fala-se que a volúpia destes espectros era tamanha que seus cadáveres eram encontrados nadando em sangue por suas sepulturas. Diante tal realidade, as autoridades passaram a encarar o vampirismo, na medida em que tratáva-se de uma epidemia incontrolável, segundo muitos relatos. Para se Ter uma idéia, conta-se que soberanos húngaros, chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno, considerado uma praga que colocava em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Neste tempo, chegou-se a determinar a incineração, decapitação e perfuração dos corações de todos os cadáveres de cemitérios, onde por ventura habitassem um ou mais vampiros, na medida em que supunha-se que o vírus do vampir poderia inclusive atingir os mortos que ali jaziam. Fala-se que nesta época, fogueiras ardiam por muito tempo incinerando diversos cadáveres suspeitos de vampirismo, e que durante estes grandes rituais de incineração, todos os animais que se encontrassem na proximidades também eram queimados, pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em alguns deles, escapando assim da destruição definitiva.
"Se há no mundo uma história provada, é a dos Vampiros..." Jean Jacques Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris "Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros ?..." Jean Jacques Rosseau, Carta ao Arcebispo de Paris "Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos." D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III "As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para cadáveres que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem ações horríveis..." H. C. Agrippa, A filosofia Oculta, Livro III, 41
Culto do Sangue
"O Culto do Sangue é uma tradução para português da rúbrica "Vampiros" da Encyclopedia of Back Magic. Eu não fiz esse artigo, apenas traduzi. Quem escreveu o original em inglês foi 'Cassiel': The Encyclopedia of Back Magic 'Cassiel' Mallard Press, 1990, USA
"Dion Fortune não estava completamente interessada no vampirismo - culto de beber sangue para (realizar os) propósitos (de) magos negros - como ela estava na magia polarizada - o modificado tântrismo ocidental - que foi o tema real do Winged Bull (touro alado) (veja pag 130) e três de suas outras novelas. Ela era suficientemente interessada nisto, contudo, para fazer disto o assunto de uma pequena história publicada primeiro no Royal Magazine e subseqüentemente incluso numa compilação, The Secrets of Doctor Taverner, que apresenta-se de acordo com as atividades de um investigador psíquico interpretado na semelhança de (personagens como) John Silence de Algernon Blakwood e Martin Hesselius de Sheridam le Fanu.
Ela retornou o tema do vampirismo em sua primeira novela, Demon Lover, cujo herói transforma-se num vampiro que eventualmente não está redimido, assim como um poder esperado além dessa norma característica da ficção romântica, (Dion Fortune foi) uma boa mulher com a capacidade de amor desinteressado. Em ambas, a curta história e a novela, ela mostrou ama relutância para tratar exclusivamente com elementos psíquicos, o vampirismo do folklore - o que é, beber sangue. Em lugar dela anotar um conceito eterializado do vampiro e seus motivos; ela foi tanto preocupada com o vampiro quanto foi uma criatura humana ativa em ambos os mundos, psíquico ou sobre o 'plano astral'. Que (é de onde o vampiro) extrai a força vital (Life Force), 'energia vital', a partir de seres humanos associados. Em outros mundos, justamente assim como ela alterou o foco da magia sexual do tântrismo das genitálias até as emoções, também alterou o foco do vampirismo a partir do sistema circulatório para a sutil energia psíquica que, ela acreditou, escorar o corpo psíquico. Este infortúnio - versão satanizada e diluída do folclore do vampirismo - não foi originado na própria mente inventiva dela. Ela tinha estudado isso desde seus ensinamentos ocultos, semelhantes aos do difundido ocultista J. W. Brodie Innes, que tem estado associado a (um) certo Dr. Berridge, um médico que ele encontrou na década de 1890.
O vampiro em questão foi descrito por Berridge como um "prosy figetty old gentleman" cuja companhia e conversação deixava o doutor se sentindo cansado e exaurido de energia - como se ele próprio provocasse isso, (J. W. Brodie) estava sendo 'altamente vitimado', e (era como se) o inoportuno cavalheiro idoso tivesse um 'inconsciente vampiro'. Para o presente autor isto parece (que) Berridge fez um diagnóstico superior; ele próprio sentiu-se exaurido de energia depois da companhia e conversação de indivíduos como vários missionários mormon e entusiastas de computador, mas ele não fez vir a conclusão para a qual eles seriam vampiros. Energia Sexual Uma coisa, contudo, é a considerável significância da narração de Berridge sobre seu idoso vampiro; ele escreve que o homem estava planejando desposar uma jovem garota em ordem para "recuperar sua exausta vitalidade". Evidentemente, ele estava elevando a energia a tal ponto, (e agindo) assim como vampiros de natureza sexual extraem (energia) de suas vítimas. Aquele vampirismo foi conectado, de algum modo, com o processo tântrico que interessa aos iniciados do culto da serpente negra (ver pag 98). Berridge conheceu uma boa aplicação em assunto semelhante, porque ele tem uma admiração por Thomas Lake Harris, um um-tempo pregador tornado cultista do sexo cujos ensinamentos possuem o desenvolvimento desses ensinamentos bastante independentes de influências orientais. Vampirismo para Berridge e Dion Fortune foi concernido com a manipulação da força vital."
Os M étodos Secretos do Vampirismo Energético
Vampirismo é a tomada de força vital do humano em benefício do Vampiro. Em sua essência, Vampirismo é somente uma forma mais refinada de alimentação. O Vampiro absorve a força vital humana. O humano absorve isto de outros animais e plantas. As plantas pegam isto do sol. Também, o sol não é a fonte final, mas um canal de outras fontes além do âmbito deste livro.
Porém, o desarranjo químico de nutrientes e seus lugares no ciclo bioquímico que transfere energia não é a história completa. Da mesma maneira que os físicos modernos estão finalmente atentos ao fato de que o universo está perdendo energia permanecem desavisados do papel de um "elemento perdido" no sistema de energia do corpo humano. Este elemento perdido é o universo astral denominado que inclui os corpos astrais de toas as coisas viventes.
No coração da alimentação está o conceito de transferência de energia astral. A transferência atual normalmente requer uma ligação com o corpo astral para que ele possa renergizar, com isso a geralmente o desligamento do corpo físico para o astral o qual, em troca, obtém uma perda de consciência. Conseqüentemente depois de uma boa alimentação, a maioria dos humanos e animais ficará com sono porque é quando eles dormem que a verdadeira transferência de energia acontece.
Outro exemplo do papel do sono pode ser vista em casos de perigo de morte para a sobrevivência física. Se um humano está cruzando um deserto e está morrendo de sede, ele pode afundar até inconsciência e dormir. Quando ele acordar, o nível de energia de energia estará renovado e ele pode continuar a luta. Isto acontece porque durante inconsciência o corpo astral dele separou até certo ponto do corpo físico para permitir o fluxo de energia armazenada nos vários tecidos de corpo e cérebro.
A fonte mais refinada da energia de força vital para os Vampiros é achada assim nos corpos astrais de humanos enquanto eles estão dormindo ou de algum outro modo não normalmente consciente. Nós viajamos freqüentemente ao lado de humanos dormentes para tirar a energia acumulada deles da forma astral cochilando ou dormindo próximos.
Alcançar este nível mais alto de Vampirismo exige que o Vampiro possa sair de seu corpo físico e no astral ter consciência suficiente e intenção. A realização desta viagem para fora do corpo requer, prática e a ajuda dos Deuses Não-Mortos pela Comunhão Vampírica.
O Vampiro tem que inicialmente juntar a força vital em excesso que tirou de humanos. Esta força vital é oferecida como um sacrifício, uma oferenda para os Deuses Não-Mortos no ritual mágico de Comunhão de Vampirica. Esta Força Vital atrai os Deuses Mais antigos e devolve de forma que ele pode ser ajudado de modos invisíveis na evolução dele para alcançar o controle astral. Se soltando das travas astrais (que prende firmemente no mundo físico a maioria dos humanos).
Porém como o vampiro conseguirá as energias dos humanos para atrair os grandes antigos se ele ainda não teve a ajuda dos não mortos para se tornar um Vampiro astral? A resposta é surpreendentemente simples, como com a maioria das verdades.
Quando o humano está consciente, o corpo astral compartilha o espaço físico, interpenetrando ele em toda parte. Porém, o astral, de um humano saudável normal, é normalmente um pouco maior que o corpo físico tal que cercará o físico a uma distância que freqüentemente varia de algumas polegadas até vários pés. Esses que experimentaram o soltar das travas astrais e foram então capazes de ver o universo astral têm, ao longo do tempo, informações das auras que cercam os humanos. Isto é visto comumente em pinturas religiosas dos últimos cem anos na Europa sobre as cabeças e mãos de figuras religiosas históricas.
Assim sempre que você toca um humano, você também está penetrando até certo ponto o corpo astral dele. Com aquela penetração por seu astral, é agora relativamente fácil de puxar alguma energia de força vital. Não haverá entretanto o grau de fluxo, de "drenagem" que é possível quando atacamos o humano que está dormindo.
O ato de puxar a força vital da vítima para você é, no fundo, instintivo e não ensinado. Ao mesmo tempo há ações físico-astrais específicas que podem ser aprendidas. Aqui estão então os segredos fundamentais do Vampirismo:
Contato
Penetração
Atraição
Fratura
1. Contato
Contato se refere à necessidade de alguma parte de seu corpo astral contactar o corpo astral do humano. Qualquer contato de físico pele com pele assegura tal contato.
2. Penetração.
Seu astral tem que penetrar no astral do humano para habilitar a absorção da força vital. Quanto mais o seu corpo astral entrar no corpo astral do humano, mais rapidamente e "profundamente" a energia pode fluir.
3. Atração.
Com a penetração, o Vampiro tem que atrair a força vital do humano. Este desenho está normalmente acompanhando a inalação da respiração física pelo corpo físico. Assim para o Vampirismo, é melhor inalar profundamente. Você virá sentir a entrada fluir para o seu sangue sendo puxada pela respiração. pode também tencionar e relaxar os músculos da esfíncter anal com a inalação para como isto estimular os mesmos mecanismos astralmente envolvidos com Vampirismo.
4. Fratura.
É igualmente importante se retirar completamente do astral do humano os Vampiros fazem isso por pelo menos duas razões muito boas. Primeiro, você não deseja adquirir um fluxo inverso de força vital preciosa para o humano, e segundo, você não quer causar a destruição física de sua presa deixando que esta fonte de força vital escoe do humano quando você não quer. Nós não somos glutões e nos lembramos do primeiro Princípio do Vampirismo: Nunca Desperdice Comida!
No princípio é conscientemente necessário ao Vampirismo a pratica com grande intenção. Com o passar do tempo, você se desenvolve Vampiricamente, o ato do Vampirismo fica crescentemente inconsciente e automático. Você verá que na presença do outro Vampiro esta tendência para Vampirismo inconsciente será inibida. Como parte da ordem natural das coisas, predadores não atacam um ao outro. Este não é somente um assunto de segurança mas de auto-respeito mútuo. Tratar um predador como uma presa é o maior dos insultos.
Quando você executa o ato de Vampirismo, afirma o ato em voz alta ou caladamente. Firmemente declare mesmo que só em sua mente a realidade de sua ação como por exemplo:
"Eu estou levando sua energia vital, seu sangue, sua alma",
Agora. Somando com a sugestão verbal você está descobrindo como um predador pode telepaticamente comandar a presa para consentir com a sua intenção, permanecer flácido e se rendendo a sua drenagem " sanguínea ".
Então encha seu corpo e trasborde. Drene, drene e drene até que você não possa mais! Engula seu corpo interno até, como uma fonte ascendente, você não poder aceitar mais nenhum. E como uma fonte de água que se levanta por seu ser, o spray de energia transbordante subirá sobre sua cabeça e então se cairá novamente ao teu redor.
Os sinais de Vampirismo próspero podem ser vistos como segue na lista:
Sua visão clareia, e as cores ficam mais vívidas;
Você se sente um refrescante, revitalizado física e mentalmente;
Você sente uma calma interna;
Sente que possui mais poder mágico;
Vive sincronicidades favoráveis a sua vida;
Você percebe um aumento de força física;
Sua lembrança dos sonhos melhora enquanto os sonhos se intensificam em experiência;
Você tende a chamar a atenção dos Não-Mortos no ritual mágico.
As fases de desenvolvimento do Vampirismo são cinco:
Contato físico requerido.
Contato visual requerido.
Contato simpatizante requerido.
Contate mental.
Contato Físico.
Do aperto de mão mais casual a intensos encontros sexuais, a chave é a proximidade de seu corpo astral com sua presa. Lembre-se qualquer contato físico é contato astral.
Contato Visual
Após experiências suficientes ao nível físico o Vampiro pode tirar a força vital de um humano sem contato físico pela sua linha-de-visão. O mecanismo atual é a projeção de uma rede astral ou corda astral comprida com os quais você se conecta ao astral da presa. O desempenho deste ato normalmente sente como se o humano estivesse em contato físico com os olhos do Vampiro, como se os olhos pudessem o alcançar literalmente e tocar a presa. As técnicas avançadas serão negociadas com ao Segundo nível do Círculo.
Contato simpatizante
O conceito da magia de contágio e condolência é achado dentro deste nível de Vampirismo. Entrando em contato com algum artigo físico, como um pedaço de roupa, uma caneta, um aparo de unha, que estava uma vez em contato físico (e conseqüentemente, contato astral) com a presa, o Vampiro avançado pode puxar força vital a uma grande distância. Este nível depende do grau de conexão entre a presa e o objeto como também o nível de desenvolvimento do Vampiro.
A interpenetração do universo astral é responsável aqui por essas extensões astrais. Como linhas pegajosas que permanecem conectadas, mais ou menos, com virtualmente tudo que toque humanos fisicamente (e, até que ouça e veja) a rede astral que cerca tudo conecta os nossos corpos astrais. O Vampiro pode aprender seguir esta conexão então e tirar força vital de uma pegada, ou até mesmo de uma assinatura.
Contato Mental
O Vampiro perito pode sentir a existência da presa e diretamente pode utilizar a força vital sem qualquer ponte "astral" aparente. Este nível de passos de sofisticação que vai além das leis de físicas como comumente conhecidas confia nos ensinos das Nove Leis da Magia, restritas ao Sacerdócio.
Resumo
Vampirismo é instintivo mas só pode ser alcançado por esforço pessoal. Cada ato de Vampirismo alarga a capacidade do corpo astral para aceitar a energia. Com a energia aumentada, os poderes do Vampiro começam a aparecer.
Como sempre, se os Deuses Não-Mortos resolverem conceder uma ajuda especial, então o processo de aprendizagem é encurtado, Para tal, o propósito do Templo foi alcançado e a Condição Vampírica estabelecida.
Mas os Deuses são seletivos e Eles estão acham que a melhor maneira de engrandecer a evolução vampírica é o esforço pessoal. Então, aprenda, aplique e aperfeiçoe os métodos. pois só ai está a obtenção da verdadeira Iniciação!
Um dos interlúdios mais interessantes na história do vampiro se refere aos eventos que ocorreram num cemitério no bairro de Highgate em Londres de 1967 a 1983.
A história começou com relatos de uma entidade fantasmagórica vista à noite no cemitério. Enquanto circilavam rumores de um fantasma, o investigador de ocultismo e diretor da Vampire Research Society, Sean Manchester, recebeu o relato da escolar Elizabeth Wojdyla e sua amiga, que alegaram terem visto algumas sepulturas abertas e mortos saindo delas. Wodjyla também relatou Ter tido pesadelos nos quais alguma coisa muito ruim tentou entrar em seu quarto. Ao longo dos anos, Manchester colecionou relatos similares de visões estranhas associadas ao cemitério. Em 1969, os pesadelos de Wodjyla retornaram, exceto que agora a figura malevolente de fato entrou em seu quarto. A moça havia desenvolvido os sintomas de anemia perniciosa e em seu pescoço duas pequenas feridas sugeriam a clássica mordida de vampiro. Manchester e o namorado de Elizabeth trataram-na como vítima de vampirismo e encheram seu quarto de alho, cruzes e água benta. A menina logo melhorou. Nesse meio tempo, várias pessoas continuaram a dizer que tinham visto um ser fantasmagórico no cemitério.
Por serem parecidos, provavelmente nimguém teria tomado conhecimento dos relatos highgate se placas não tivessem sido colocadas informando que o cemitério e um parque anexo estavam sendo utilizados para rituais que envolviam a matança de animais. Alguns animais mortos tinham sido drenados de sangue e o jornal local perguntou em manchete: "Existe um vampiro rondando Highgate?". Manchester relatou em seguida que tinha sido procurado por outra mulher com os mesmos sintomas de Wodjyla. A jovem senhora, seguida enquanto estava sob os efeitos de sonambulismo, levou manchester a um conjunto de túmulos no cemitério. Manchester disse a imprensa, acreditar que existia um vampiro genuíno em Highgate e que providências adequadas deveriam ser tomadas. A reportagem do jornal e a subseqüente informação dada pela Independence TV Thames fez com que o cemitério se tornasse um local de encontro de curiosos. Um grupo de cineastas amadores usou o local para um filme chamado Vampires by Night. Na Sexta-feira, 13 de março de 1970, perante uma multidão de curiosos, Manchester e dois auxiliares entraram em um túmulo onde três caixões foram encontrados vazios. Untaram os caixões com alho e colocaram uma cruz em cada um. Os túmulos foram salpicados com sal (usado em exorcismo) e água benta.
Os eventos se tornaram desagradáveis em agosto, quando o corpo de uma jovem foi encontrado no cemitério. Parecia que alguém tinha lidado com o corpo como se fosse o de um vampiro, decapitando-o e tentando queimá-lo. Cidadãos irados exigiram que as autoridades protegessem de abusos os corpos de entes queridos. Antes do final daquele mês, a polícia prendeu dois homens que alegaram serem caçadores de vampiros. Os homens se tornaram um fator de relacionamento cada vez mais azedo entre Manchester e a polícia. Mas enquanto a polícia se distraiu com os caçadores de vampiros amadores, Manchester tinha entrado em outro túmulo, descobrindo o que acreditava ser um vampiro real. Em vez de mutilar o corpo (um crime na Inglaterra), leu um exorcismo e selou o túmulo com cimento misturado com pedaços de alho.
No verão de 1970, David Farrant, outro caçador de vampiros amador, entrou em cena. Alegou Ter visto o vampiro e foi em seu encalço com uma estaca e um crucifixo, mas foi preso. Mais tarde converteu-se a uma forma de satanismo. Foi posteriormente acusado de duas violações de túmulo em Highgate. Em 1978, denunciou o vampiro como uma farsa que ele mesmo havia criado em 1970. Manchester respondeu prontamente, acrescentando que os relatos se originaram antes do envolvimento de Farrant e que ele não estava inteirado dos incidentes que haviam tornado os vampiros de Highgate tão dignos de nota. Neste meio tempo em 1973, Manchester começou a investigar uma mansão abandonada nas proximidades do cemitério de Highgate, com fama de assombrada. Em diversas ocasiões, Manchester e seus assistentes entraram na mansão. Encontraram um caixão no porão e o arrastaram para o quintal. Abrindo-o, manchester viu o mesmo vampiro que tinha visto quatro anos antes no cemitério de Highgate. Desta vez conduziu um exorcismo através de estaqueamento do corpo, que se desintegrou numa substãncia melosa e fedorenta. Em seguida queimou o caixão. Tinha destruido o vampiro de Highgate. Logo após esse incidente a mansão foi demolida e construído em seu lugar um edifício de apartamentos.
As conseqüências do vampiro de Highgate não terminaram com sua morte. Em 1980 relatos de animais mortos, encontrados com o corpo drenado de sangue, começaram a aparecer em Finchley. Manchester acreditava que um vampiro criado pela mordida do vampiro de Highgate era a causa. Entrou em contato com várias pessoas que havia conhecido em 1970 e posteriormente chegou a uma mulher a quem chamou de Lusia, como a culpada. Descobriu que Lusia teria morrido, sendo enterrada no Great Northern London Cemetery. Manchester teve sonhos no qual ela lhe aparecia. Uma noite no outono de 1982, Manchester entrou no cemitério, lá encontrando uma enorme criatura na forma de uma aranha, do tamanho de um gato. Enfiou uma estaca na criatura e, com a aproximação da aurora, ela se metamorfoseou em Lusia: só agora ela havia realmente morrido. Manchester devolveu os restos mortais ao túmulo, encerrando assim o caso do vampiro de Highgate.
Manchester escreveu relatos de sua experiência em The Highgate Vampire e a Vampire Research Society tem a venda uma fita cassete com o relatos do incidente.
O MOVIMENTO VAMPIRO
Todo ano surge alguém em algum lugar acusado de atacar pessoas para sugar-lhes o sangue. Segundo alergistas americanos da universidade de Idaho, a ânsia por sangue é causada por dependência alérgica de alimentos ricos em proteínas. Na psicologia diz-se que sofrem de hematomânia, um fetiche de sangue onde o prazer sexual entre outras necessidades psicológicas dos indivíduos são atendidos por um consumo regular de sangue humano (por vezes também consome-se carne humana). Muitas pessoas que chupam o sangue das outras dizendo-se vampiros acabam em hospícios onde são tratadas com entortas - injeções de tranqüilizantes que as deixam literalmente tortas enquanto dura o efeito. Outras vão para a cadeia. Não se sabe quantas nunca foram capturadas ou quantas ainda continuam mandando pessoas para a lista dos desaparecidos.
De qualquer forma, é provável que a maioria das pessoas que bebem sangue o obtém por meios legais, geralmente de um ou mais doadores que sejam propensos a tal. Em 1996, por exemplo, Catharyne Press, uma americana de 28 anos, disse numa entrevista à imprensa que existem 8 mil vampiros nos Estados Unidos e confessou: "Eu sou um vampiro". Ela garante que tem muitos amigos e que todos conhecem seu vício. Toma uma dose diária de sangue mas também garante que nunca matou ninguém para não "secar a fonte". Quando acha que não bebeu o suficiente complementa com sangue de vaca.. Entretanto, alguns deles apelam para o crime e poucos já entraram na lista dos assassinos seriais mais destacados do Ocidente.
Tudo por um mórbido prazer... Em Bottanaucco, Itália, no ano de 1872, Vincenzo Verzeni confessou, em julgamento, que beber o sangue humano lhe dava imensa satisfação. Terminou sendo condenado por 4 casos de tentativas e 2 de assassinato. Outro crime foi cometido por Estelita Forencio, nativa de Pacce, província de Iloilo, nas Filipinas. Ela foi detida por tentativa de assassinato em 1952 e explicou que havia adquirido a mesma ânsia de seu marido da qual sofria 'ataques' regularmente. Por isso havia mordido e chupado o sangue de diversas pessoas. Exintem também, e em grande número, aqueles que preferem 'resistir à tentação, como o vampiro moderno inglês Carl Jonhson, que vivia perto do cemitério de Exéter. Em 1974, ele fez a seguinte confissão num depoimento à imprensa: "Eu estava deitado no sofá outra noite, lendo um livro, e de repente veio aquela ânsia terrível de sangue. Eu sentia que tinha que sair e achar alguém para morder, mas consegui me controlar". Outro depoimento desta natureza foi dado em 1974 por uma americana que se identificou apenas como Lilith (provavelmente um pseudônimo adotado em homenagem à personagem vampírica do Talmude). Ela contou que na adolescência, costumava vagar pelas ruas de sua cidade sedenta de sangue, nas noites de lua cheia. Quando adulta a 'sede' acalmou. Apesar disso, ela afirmou temer que, numa noite de lua cheia, o vício voltasse e ela viesse a acordar 'seca' novamente, em sua cama, ao lado do marido. Não sabe o que aconteceria.
Há também aqueles que apelam para o sangue de animais. Mesmo assim muitos dos 'passivos' só não matam por não se encontrarem em condições favoráveis para tal. Na verdade, a grande maioria deles tem na consciência uma mesma frase: "Nós não somos inocentes". Um caso antigo teve lugar em Montluel, na França, quando Martin Dumollard assassinou várias meninas, bebendo-lhes o sangue. Foi julgado em 1861 e executado com pena de morte. Em 1897 Joseph Vacher, nativo de Bourg, França, deixou as tradicionais mordidas no pescoço de, no mínimo, doze pessoas enquanto caminhava à pé pelo país. Depois de muita procura conseguiram captura-lo para julgamento. Foi condenado e executado por ter matado e sorvido o sangue de seres humanos. Existem casos mais recentes, como o de Salvatore Agron que, na época, tinha 16 anos. Ele foi executado em 1959 por ter matado diversas pessoas durante à noite, vestido de 'vampiro' no estilo clássico do cinema. Durante seu depoimento, no tribunal, Salvaore alegou ser vampiro.
Outro caso de vampirismo cássico teve lugar em Manteros, Argentina: 15 mulheres acusaram Florencio Roque Fernandez de ter invadido seus quartos, morder-las e beber-lhes o sangue. Foi detido em 1960. Também Stanislav Modzieliewski, morador de Lodz, Polônia, foi julgado e condenado em 1969 por seis tentativas e sete assassinatos, terminando por confessar que achava o sangue delicioso. Uma mulher, que estava entre as testemunhas de acusação, alegou ter sido atacada mas conseguiu sobreviver por ter se fingido de morta enquanto Modzieliewski lhe bebia o sangue. Facas ou outros instrumentos cortantes contumam ser utilizados por aqueles que "não tem dentes apropriados..." Foi o recurso utilizado pela homossexual Tracy Wigginton, de Brisbane, Austrália, que esfaqueou e bebeu o sangue de Clyde Blaylock. Ela alegou ser vampira e disse que regularmente bebia sangue de suas amigas. Foi julgada e condenada em 1991. Também Richard Cottingaham esfaqueou e bebeu o sangue de uma jovem prostituta. Foi detido em 1979 e, mais tarde, descobriu-se que ele já havia assassinado várias mulheres que, na maior parte dos casos, mordera e lambera o sangue proveniente dos ferimentos.
Outro caso ocorreu em Munique, na Alemanha onde descobriu-se que Alfred Käser, julgado em 1963, esfaqueou e, depois, bebeu o sangue pelo pescoço de um menino de 10 anos. E ainda em 1992 houve o julgamento de Deborah Joan Finch que depois de dar 27 facadas num vizinho, bebeu o sangue que escoava das feridas. Mas, como já pudemos observar, nem todos os todos os vampiros são capturados. Existem também aqueles que escaparam mas que deixaram algum vestígio de sua 'passagem'. Eis alguns casos: Em Czinkota, Hungria, provavelmente no ano de 1916, os vizinhos de Bela Kiss resolveram fazer uma busca em sua propriedade depois de receberem uma notificação de que este havia morrido na primeira guerra mundial. Encontraram 31 corpos 'estrangulados'. Todos possuíam uma ferida no pescoço e tiveram o sangue drenado. Entretanto duvida-se, pela antiguidade do caso, que as mortes tenham realmente sido inspiradas na lenda do vampiro. No entanto, um caso do qual qual não se pode duvidar desta influência ocorreu numa noite, no bairro de Bonsucesso, no município paulista de Guarulhos, aqui mesmo, no Brasil. João Carlos da costa foi encontrado morto com as tradicionais marcas de mordida no pescoço. Maria Nogueira também fora atacada repentinamente ao caminhar por uma rua escura mas conseguiu se salvar. O atacante desapareceu sem deixar vestígios.
As vezes os relatos misturam a lenda ao real, dotando os vampiros de poderes sobrenaturais mas que deixam vítimas reais. Foi o que aconteceu em fevereiro de 1984, quando 23 mulheres de 18 a 20 anos tiveram seu sangue sugado em Banda Aceh, na Indonésia. Os jornais noticiaram que os vampiros responsáveis haviam se transformado em gatos, especialmente pretos. Como resultado, a população saiu às ruas e realizou uma verdadeira matança de gatos. Mas não surtiu efeito, pois o vampiro continuou atacando. Então, a solução encontrada foi trancar as mulheres em casa até que os ataques parassem de ocorrer. Eles nem sempre agem como os personages de um filme, na verdade muitos preferem mudar constantemente o modo de agir esforçando-se para não apresentar nenhum tipo de padrão. Outros ainda criam métodos próprios para agir.
Houve uma mulher no bairro de Soho, em Londres, Inglaterra, que depois de voltar para casa com um homem, oferecia-lhe bebidas na qual pusera barbitúricos. Depois cortava o pulso e bebia o sangue das vítimas dopadas e inconscientes. Repetiu a operação com, no mínimo, seis homens no verão de 1988. Ela nunca foi detida e permanece, até hoje, desconhecida. Outra que quase escapou ilesa pela engenhosidade de seus crimes foi Tala, uma moradora de Jacarta, capital da Indonésia, com 25 anos em 1993, que foi presa por suspeita de vampirismo e bruxaria. Ao que parece, ela se 'transformava' após o casamento e chegou a enviuvar de cinco maridos. Todos morreram em conseqüência de uma forte 'anemia' que os deixava lívidos. Os próprios pais de Tala testemunharam contra ela alegando que seus genros enfraqueciam a olhos vistos, após uma noite com Tala ficavam sempre exaustos. Um curandeiro local examinou o corpo do quinto marido que, segundo ele, estava totalmente desprovido de sangue venoso. Este curandeiro acabou por concluir que Tala teve seu espírito dominado por Negasjatingarom, 'o mais poderoso dos vampiros', do qual há lendas conhecidas nas proximidades. Outro caso curioso aconteceu no ano de 1947: Elizabeth Short foi assassinada. Seu corpo foi encontrado já morto e desmembrado em Hollywood, Califórnia. De princípio nada indicava que pudesse ter sido fruto de atividade vampírica mas exames posteriores revelaram que o sangue da mulher havia sido drenado. Suspeita-se de vampirismo num caso ocorrido no Brasil: crianças foram seqüestradas na cidade de Cascavel, Paraná, em abril de 1974. Elas tiveram parte do sangue extraído com uma seringa e, depois, foram abandonadas desmaiadas. Os principais suspeitos eram japoneses que utilizavam uma Kombi para realizar os seqüestros. A polícia negou tudo, mas a história assustou tanto aos moradores que algumas escolas fecharam por alguns dias para evitar expor seus alunos ao perigo. Também um menino foi atacado em Porto Alegre por um homem negro e barbudo no ano de 1978 que, segundo o depoimento da criança, picou suas mãos com uma seringa e recolheu o sangue numa garrafa. Depois deixou sua vítima fugir e nunca mais foi visto.
Estes não são nem o comportamento nem a aparência que vampiros costumam apresentar mas os atacantes podem ter feito isso a mando de alguém, visto que armazenaram o sangue ao invés de bebê-lo. Nos Estados Unidos, em 1987, ocorreu um caso similar quando um freqüentador de um parque de San Francisco, Califórnia, foi seqüestrado durante a prática de cooper e mantido em um furgão por uma hora enquanto um homem lhe bebia o sangue. O Jornal Weekly World Newes publicou a seguinte notícia, sob a manchete "Vampiros seqüestram ambulância cheia de sangue!": "Triste Itália - Ladrões armados seqüestraram uma ambulância carregada de amostras de sangue, perto da fronteira ítalo-iugoslava, roubando centenas de frascos de sangue coletado recentemente. Os policiais estão atribuindo o assalto a vampiros malignos e sedentos!" Sem dúvida, uma operação ousada!
No mês de Julho de 1996 os vampiros viraram manchete de jornal por causa do desaparecimento de Susan Walsh, uma 'go go girl' que decidira tornar-se repórter investigativa. Seu primeiro assunto seria o movimento vampiro. Amiga de Susam disse que antes de desaparecer "Ela estava fascinada pela cultura dos vampiros". Dois meses se passaram e a polícia ainda não tinha suspeitos mas os jornais sensacionalistas apontaram os vampiros, publicando manchetes como: 'Cops wonder: was missing "red light" striper ... murdered by vampires ?'. O namorado vampiro de Susan, Cristian, disse em entrevista para a tv que "é ridículo pensar que algum deles poderia ter feito mal a ela", e completa: "Eu mesmo não posso nem ver sangue, sou vegetariano".
As vezes, os vampiros podem se revoltar contra seus próprios pares como aconteceu em 1988 quando Don Gall resolveu acampar com 4 rapazes em St Cloud, Minnesota. Aparentemente, ele fora muito autoritário com os demais, que se revoltaram e, no mínimo, dois deles não resistiram à tentação de provar sangue humano. O corpo de Gall foi encontrado boiando no rio Mississipi dias depois e os rapazes foram presos, terminando por confessar que eram fascinados pelo estilo de vida dos vampiros. Em 1987, no interior dos EUA, gangues adolescentes inspiradas pelo filme Garotos perdidos (Lost Boys), sangraram pessoas para extrair alguns 'drinques' vampíricos. Esta não teria sido nem a primeira nem a única vez que rippies envolveram-se no vampirismo. Segundo denúncia dos moradores da cidade de Honda, hippies teriam raptado e sugado o sangue de crianças no ano de 1972. Os adeptos do 'Blood Power' teriam vitimado cinco crianças e, uma outra, disse ter sido seqüestrada no distrito vizinho de espinal, mas escapara ilesa.
Não são apenas os vampiros que preocupam nesse sentido. Acontece que onde supõem-se haver vampiros podem surgir 'caçadores'. Pode ser o caso de uma pessoa agir solitária como tal, ou mesmo que toda uma população decrete linchamento para o suposto vampiro como no caso ocorrido no mês de maio de 1973, quando alguns mendigos foram encontrados mortos misteriosamente em Calcutá, uma das mais importantes cidades da Índia. Os cadáveres apresentavam marcas de mordida no pescoço produzidas, aparentemente, por aparelhagem mecânica mas a polícia não esclareceu que tipo de equipamento teria sido empregado. Logo que a notícia se espalhou, a população entrou em pânico e foi às ruas armada com tacapes e estacas de madeira. A multidão enfurecida linchou cinco maltrapilhos com aparência suspeita e outros vinte saíram feridos. Se haviam vampiros no local devem ter fugido definitivamente para bem longe do pais. O jornal "Mirror", de Londres, Informou em 27 de Fevereiro de 1969, que os habitantes do vilarejo de Korogwe, na África Oriental, estavam convencidos de que um vampiro arrebatara vários deles à noite e, por isso, decidiram tentar uma emboscada. Parece que eles acreditavam que o vampiro fosse um europeu pois decidiram matar o primeiro branco que chegasse que, no caso, foi um alemão chamado Klaus Kaufmann que era diretor de uma plantação. O pobre homem foi morto à golpes de lanças e facão. Sete homens acusados de seu assassinato, foram presos e levados a julgamento em Dar-es-Salan, alegando terem matado um vampiro. Entretanto, os habitantes de Korogwe continuaram apavorados acreditando que o verdadeiro vampiro ainda estava à solta pois vários deles continuaram desaparecendo misteriosamente. Henry Rip, de 50 anos, foi indiciado pela justiça de Ohio em 1994 depois de confessar o assassinato de sua própria mãe, com quase 80 anos. Ele sentia-se rejeitado por ela e achava que isto devia-se a ela 'ser' uma mulher-vampiro, motivo pelo qual ele a matara. Apesar de acreditar ser filho de uma mulher-vampiro, ele alegava não ser vampiro e quis alertar o mundo sobre o fato de os vampiros estarem dominando o planeta.
Há algumas décadas vivia em Praga, Checoslováquia, uma mulher chamada Petra. Quando jovem, Petra Vucek era muito bela. Muitos a cortejavam porém, ela conheceu seu grande amor durante uma festa ao ar livre. Decidiu-se de que aquele devia ser seu homem... mas ficou horrorizada quando foi mordida pela primeira vez. Não podia fazer outra coisa se não abandonar o rapaz. E assim o fez. Mas havia um outro problema: Ela estava grávida. Levava no ventre um mal vourdalek ou, utilizando a expressão eslava mais comum, um vampirevich - filho de vampiro. Assim, daquela funesta paixão nasceu um totenkind, um filho da tumba. Karel Vucek cresceu junto de sua mãe, que trabalhava para mante-lo. Tinha a aparência de uma pessoa normal mas Petra sabia que não era e esperada, com angústia, que ele se manifestasse. Passaram-se anos de agonia antes que o garoto ameaçasse morder. A primeira vítima foi uma menina da mesma idade de Karel. Quando soube do fato, Petra experimentou quase que uma sensação de alívio pois finalmente a espera havia acabado. Não contou nada ao menino e, num domingo de agosto vestiu o filho com a roupinha mais bonita e levou-o para fora da cidade, numa localidade acima do rio Vltava, muito conhecida dos namorados pelos passeios de barco. Lá, Petra alugou um barco e saiu com seu filho mas quando voltou à margem estava só. Não procurou esconder seu crime, foi presa e passou vinte anos na cadeia. No fim da vida era uma velhinha como tantas outras mas lembrava bem a história e não hesitava em contá-la. A única coisa que lhe perturbava era o apelido que lhe deram no bairro onde morava e que os moleques gritavam: mamãe morte.
A ERA DOS VAMPIROS
Como vimos, o vampirismo é uma lenda presente desde tempos antiquíssimos e em diversas regiões, no entanto, no século XVIII assistimos a uma verdadeira avalanche de casos e histórias, quase todas oriundas da Europa Oriental, que colocou em polvorosa a opinião pública e despertou a curiosidade e o espanto de filósofos, religiosos e autoridades governamentais.
Conhecido como o século das luzes, foi uma época em que o saber e a ciência davam passos considráveis. Pensava-se que a razão tudo esplicaria, e que crenças e supertições seriam coisas do passado. Por outro lado, as seitas místicas e esotéricas também aumentavam, o que fazia desta época, um tempo de contradições. Jornais franceses desta época chegaram a estampar reportagens sobre impressionantes histórias, que fazia do vampirismo um assunto dos mais destacados.
Conta-se que neste tempo, em muitas regiões da Europa Oriental o vampirismo tornou-se uma verdadeira praga, atingindo dezenas de jovens, velhos, crianças e até mesmo animais. Por esta época, segundo as narrativas, hordas de mortos-vivos assombravam de forma horripilante vilas e aldeias, fala-se que a volúpia destes espectros era tamanha que seus cadáveres eram encontrados nadando em sangue por suas sepulturas. Diante tal realidade, as autoridades passaram a encarar o vampirismo, na medida em que tratáva-se de uma epidemia incontrolável, segundo muitos relatos. Para se Ter uma idéia, conta-se que soberanos húngaros, chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno, considerado uma praga que colocava em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Neste tempo, chegou-se a determinar a incineração, decapitação e perfuração dos corações de todos os cadáveres de cemitérios, onde por ventura habitassem um ou mais vampiros, na medida em que supunha-se que o vírus do vampir poderia inclusive atingir os mortos que ali jaziam. Fala-se que nesta época, fogueiras ardiam por muito tempo incinerando diversos cadáveres suspeitos de vampirismo, e que durante estes grandes rituais de incineração, todos os animais que se encontrassem na proximidades também eram queimados, pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em alguns deles, escapando assim da destruição definitiva.
"Se há no mundo uma história provada, é a dos Vampiros..." Jean Jacques Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris "Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros ?..." Jean Jacques Rosseau, Carta ao Arcebispo de Paris "Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos." D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III "As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para cadáveres que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem ações horríveis..." H. C. Agrippa, A filosofia Oculta, Livro III, 41
Culto do Sangue
"O Culto do Sangue é uma tradução para português da rúbrica "Vampiros" da Encyclopedia of Back Magic. Eu não fiz esse artigo, apenas traduzi. Quem escreveu o original em inglês foi 'Cassiel': The Encyclopedia of Back Magic 'Cassiel' Mallard Press, 1990, USA
"Dion Fortune não estava completamente interessada no vampirismo - culto de beber sangue para (realizar os) propósitos (de) magos negros - como ela estava na magia polarizada - o modificado tântrismo ocidental - que foi o tema real do Winged Bull (touro alado) (veja pag 130) e três de suas outras novelas. Ela era suficientemente interessada nisto, contudo, para fazer disto o assunto de uma pequena história publicada primeiro no Royal Magazine e subseqüentemente incluso numa compilação, The Secrets of Doctor Taverner, que apresenta-se de acordo com as atividades de um investigador psíquico interpretado na semelhança de (personagens como) John Silence de Algernon Blakwood e Martin Hesselius de Sheridam le Fanu.
Ela retornou o tema do vampirismo em sua primeira novela, Demon Lover, cujo herói transforma-se num vampiro que eventualmente não está redimido, assim como um poder esperado além dessa norma característica da ficção romântica, (Dion Fortune foi) uma boa mulher com a capacidade de amor desinteressado. Em ambas, a curta história e a novela, ela mostrou ama relutância para tratar exclusivamente com elementos psíquicos, o vampirismo do folklore - o que é, beber sangue. Em lugar dela anotar um conceito eterializado do vampiro e seus motivos; ela foi tanto preocupada com o vampiro quanto foi uma criatura humana ativa em ambos os mundos, psíquico ou sobre o 'plano astral'. Que (é de onde o vampiro) extrai a força vital (Life Force), 'energia vital', a partir de seres humanos associados. Em outros mundos, justamente assim como ela alterou o foco da magia sexual do tântrismo das genitálias até as emoções, também alterou o foco do vampirismo a partir do sistema circulatório para a sutil energia psíquica que, ela acreditou, escorar o corpo psíquico. Este infortúnio - versão satanizada e diluída do folclore do vampirismo - não foi originado na própria mente inventiva dela. Ela tinha estudado isso desde seus ensinamentos ocultos, semelhantes aos do difundido ocultista J. W. Brodie Innes, que tem estado associado a (um) certo Dr. Berridge, um médico que ele encontrou na década de 1890.
O vampiro em questão foi descrito por Berridge como um "prosy figetty old gentleman" cuja companhia e conversação deixava o doutor se sentindo cansado e exaurido de energia - como se ele próprio provocasse isso, (J. W. Brodie) estava sendo 'altamente vitimado', e (era como se) o inoportuno cavalheiro idoso tivesse um 'inconsciente vampiro'. Para o presente autor isto parece (que) Berridge fez um diagnóstico superior; ele próprio sentiu-se exaurido de energia depois da companhia e conversação de indivíduos como vários missionários mormon e entusiastas de computador, mas ele não fez vir a conclusão para a qual eles seriam vampiros. Energia Sexual Uma coisa, contudo, é a considerável significância da narração de Berridge sobre seu idoso vampiro; ele escreve que o homem estava planejando desposar uma jovem garota em ordem para "recuperar sua exausta vitalidade". Evidentemente, ele estava elevando a energia a tal ponto, (e agindo) assim como vampiros de natureza sexual extraem (energia) de suas vítimas. Aquele vampirismo foi conectado, de algum modo, com o processo tântrico que interessa aos iniciados do culto da serpente negra (ver pag 98). Berridge conheceu uma boa aplicação em assunto semelhante, porque ele tem uma admiração por Thomas Lake Harris, um um-tempo pregador tornado cultista do sexo cujos ensinamentos possuem o desenvolvimento desses ensinamentos bastante independentes de influências orientais. Vampirismo para Berridge e Dion Fortune foi concernido com a manipulação da força vital."
Os M étodos Secretos do Vampirismo Energético
Vampirismo é a tomada de força vital do humano em benefício do Vampiro. Em sua essência, Vampirismo é somente uma forma mais refinada de alimentação. O Vampiro absorve a força vital humana. O humano absorve isto de outros animais e plantas. As plantas pegam isto do sol. Também, o sol não é a fonte final, mas um canal de outras fontes além do âmbito deste livro.
Porém, o desarranjo químico de nutrientes e seus lugares no ciclo bioquímico que transfere energia não é a história completa. Da mesma maneira que os físicos modernos estão finalmente atentos ao fato de que o universo está perdendo energia permanecem desavisados do papel de um "elemento perdido" no sistema de energia do corpo humano. Este elemento perdido é o universo astral denominado que inclui os corpos astrais de toas as coisas viventes.
No coração da alimentação está o conceito de transferência de energia astral. A transferência atual normalmente requer uma ligação com o corpo astral para que ele possa renergizar, com isso a geralmente o desligamento do corpo físico para o astral o qual, em troca, obtém uma perda de consciência. Conseqüentemente depois de uma boa alimentação, a maioria dos humanos e animais ficará com sono porque é quando eles dormem que a verdadeira transferência de energia acontece.
Outro exemplo do papel do sono pode ser vista em casos de perigo de morte para a sobrevivência física. Se um humano está cruzando um deserto e está morrendo de sede, ele pode afundar até inconsciência e dormir. Quando ele acordar, o nível de energia de energia estará renovado e ele pode continuar a luta. Isto acontece porque durante inconsciência o corpo astral dele separou até certo ponto do corpo físico para permitir o fluxo de energia armazenada nos vários tecidos de corpo e cérebro.
A fonte mais refinada da energia de força vital para os Vampiros é achada assim nos corpos astrais de humanos enquanto eles estão dormindo ou de algum outro modo não normalmente consciente. Nós viajamos freqüentemente ao lado de humanos dormentes para tirar a energia acumulada deles da forma astral cochilando ou dormindo próximos.
Alcançar este nível mais alto de Vampirismo exige que o Vampiro possa sair de seu corpo físico e no astral ter consciência suficiente e intenção. A realização desta viagem para fora do corpo requer, prática e a ajuda dos Deuses Não-Mortos pela Comunhão Vampírica.
O Vampiro tem que inicialmente juntar a força vital em excesso que tirou de humanos. Esta força vital é oferecida como um sacrifício, uma oferenda para os Deuses Não-Mortos no ritual mágico de Comunhão de Vampirica. Esta Força Vital atrai os Deuses Mais antigos e devolve de forma que ele pode ser ajudado de modos invisíveis na evolução dele para alcançar o controle astral. Se soltando das travas astrais (que prende firmemente no mundo físico a maioria dos humanos).
Porém como o vampiro conseguirá as energias dos humanos para atrair os grandes antigos se ele ainda não teve a ajuda dos não mortos para se tornar um Vampiro astral? A resposta é surpreendentemente simples, como com a maioria das verdades.
Quando o humano está consciente, o corpo astral compartilha o espaço físico, interpenetrando ele em toda parte. Porém, o astral, de um humano saudável normal, é normalmente um pouco maior que o corpo físico tal que cercará o físico a uma distância que freqüentemente varia de algumas polegadas até vários pés. Esses que experimentaram o soltar das travas astrais e foram então capazes de ver o universo astral têm, ao longo do tempo, informações das auras que cercam os humanos. Isto é visto comumente em pinturas religiosas dos últimos cem anos na Europa sobre as cabeças e mãos de figuras religiosas históricas.
Assim sempre que você toca um humano, você também está penetrando até certo ponto o corpo astral dele. Com aquela penetração por seu astral, é agora relativamente fácil de puxar alguma energia de força vital. Não haverá entretanto o grau de fluxo, de "drenagem" que é possível quando atacamos o humano que está dormindo.
O ato de puxar a força vital da vítima para você é, no fundo, instintivo e não ensinado. Ao mesmo tempo há ações físico-astrais específicas que podem ser aprendidas. Aqui estão então os segredos fundamentais do Vampirismo:
Contato
Penetração
Atraição
Fratura
1. Contato
Contato se refere à necessidade de alguma parte de seu corpo astral contactar o corpo astral do humano. Qualquer contato de físico pele com pele assegura tal contato.
2. Penetração.
Seu astral tem que penetrar no astral do humano para habilitar a absorção da força vital. Quanto mais o seu corpo astral entrar no corpo astral do humano, mais rapidamente e "profundamente" a energia pode fluir.
3. Atração.
Com a penetração, o Vampiro tem que atrair a força vital do humano. Este desenho está normalmente acompanhando a inalação da respiração física pelo corpo físico. Assim para o Vampirismo, é melhor inalar profundamente. Você virá sentir a entrada fluir para o seu sangue sendo puxada pela respiração. pode também tencionar e relaxar os músculos da esfíncter anal com a inalação para como isto estimular os mesmos mecanismos astralmente envolvidos com Vampirismo.
4. Fratura.
É igualmente importante se retirar completamente do astral do humano os Vampiros fazem isso por pelo menos duas razões muito boas. Primeiro, você não deseja adquirir um fluxo inverso de força vital preciosa para o humano, e segundo, você não quer causar a destruição física de sua presa deixando que esta fonte de força vital escoe do humano quando você não quer. Nós não somos glutões e nos lembramos do primeiro Princípio do Vampirismo: Nunca Desperdice Comida!
No princípio é conscientemente necessário ao Vampirismo a pratica com grande intenção. Com o passar do tempo, você se desenvolve Vampiricamente, o ato do Vampirismo fica crescentemente inconsciente e automático. Você verá que na presença do outro Vampiro esta tendência para Vampirismo inconsciente será inibida. Como parte da ordem natural das coisas, predadores não atacam um ao outro. Este não é somente um assunto de segurança mas de auto-respeito mútuo. Tratar um predador como uma presa é o maior dos insultos.
Quando você executa o ato de Vampirismo, afirma o ato em voz alta ou caladamente. Firmemente declare mesmo que só em sua mente a realidade de sua ação como por exemplo:
"Eu estou levando sua energia vital, seu sangue, sua alma",
Agora. Somando com a sugestão verbal você está descobrindo como um predador pode telepaticamente comandar a presa para consentir com a sua intenção, permanecer flácido e se rendendo a sua drenagem " sanguínea ".
Então encha seu corpo e trasborde. Drene, drene e drene até que você não possa mais! Engula seu corpo interno até, como uma fonte ascendente, você não poder aceitar mais nenhum. E como uma fonte de água que se levanta por seu ser, o spray de energia transbordante subirá sobre sua cabeça e então se cairá novamente ao teu redor.
Os sinais de Vampirismo próspero podem ser vistos como segue na lista:
Sua visão clareia, e as cores ficam mais vívidas;
Você se sente um refrescante, revitalizado física e mentalmente;
Você sente uma calma interna;
Sente que possui mais poder mágico;
Vive sincronicidades favoráveis a sua vida;
Você percebe um aumento de força física;
Sua lembrança dos sonhos melhora enquanto os sonhos se intensificam em experiência;
Você tende a chamar a atenção dos Não-Mortos no ritual mágico.
As fases de desenvolvimento do Vampirismo são cinco:
Contato físico requerido.
Contato visual requerido.
Contato simpatizante requerido.
Contate mental.
Contato Físico.
Do aperto de mão mais casual a intensos encontros sexuais, a chave é a proximidade de seu corpo astral com sua presa. Lembre-se qualquer contato físico é contato astral.
Contato Visual
Após experiências suficientes ao nível físico o Vampiro pode tirar a força vital de um humano sem contato físico pela sua linha-de-visão. O mecanismo atual é a projeção de uma rede astral ou corda astral comprida com os quais você se conecta ao astral da presa. O desempenho deste ato normalmente sente como se o humano estivesse em contato físico com os olhos do Vampiro, como se os olhos pudessem o alcançar literalmente e tocar a presa. As técnicas avançadas serão negociadas com ao Segundo nível do Círculo.
Contato simpatizante
O conceito da magia de contágio e condolência é achado dentro deste nível de Vampirismo. Entrando em contato com algum artigo físico, como um pedaço de roupa, uma caneta, um aparo de unha, que estava uma vez em contato físico (e conseqüentemente, contato astral) com a presa, o Vampiro avançado pode puxar força vital a uma grande distância. Este nível depende do grau de conexão entre a presa e o objeto como também o nível de desenvolvimento do Vampiro.
A interpenetração do universo astral é responsável aqui por essas extensões astrais. Como linhas pegajosas que permanecem conectadas, mais ou menos, com virtualmente tudo que toque humanos fisicamente (e, até que ouça e veja) a rede astral que cerca tudo conecta os nossos corpos astrais. O Vampiro pode aprender seguir esta conexão então e tirar força vital de uma pegada, ou até mesmo de uma assinatura.
Contato Mental
O Vampiro perito pode sentir a existência da presa e diretamente pode utilizar a força vital sem qualquer ponte "astral" aparente. Este nível de passos de sofisticação que vai além das leis de físicas como comumente conhecidas confia nos ensinos das Nove Leis da Magia, restritas ao Sacerdócio.
Resumo
Vampirismo é instintivo mas só pode ser alcançado por esforço pessoal. Cada ato de Vampirismo alarga a capacidade do corpo astral para aceitar a energia. Com a energia aumentada, os poderes do Vampiro começam a aparecer.
Como sempre, se os Deuses Não-Mortos resolverem conceder uma ajuda especial, então o processo de aprendizagem é encurtado, Para tal, o propósito do Templo foi alcançado e a Condição Vampírica estabelecida.
Mas os Deuses são seletivos e Eles estão acham que a melhor maneira de engrandecer a evolução vampírica é o esforço pessoal. Então, aprenda, aplique e aperfeiçoe os métodos. pois só ai está a obtenção da verdadeira Iniciação!
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 18.137,71 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 17 |
| Combates: | 69 |
| Vencidos: | 27 |
| Derrotas: | 42 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 0,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 2.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 2440.31 |
| Danos sofridos: | 8044.11 |
Atributos de hellsmorf:
| Nível do personagem: | Nível 11 |
| Força: | ![]() (18) |
| Defesa: | ![]() (19) |
| Agilidade: | ![]() (18) |
| Resistência: | ![]() (18) |
| Habilidade: | ![]() (18) |
| Experiência: | ![]() (514|605) |
As estatísticas da página ancestral hellsmorf
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
O guarda de hellsmorf
| Gênero de guarda: | Cão de Caça |
| Nome do guarda: | Cão |
| Ataque: | ![]() (8) |
| Defesa: | ![]() (8) |
| Resistência: | ![]() (8) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 20-25 Ano |
| Localidade: | devilsquare |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | smorfetico@hotmail.com |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
hellsmorf Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
hellsmorf criou até agora 3 Vampiros:
| DevilHells | Nível 8 | Pilhagem 11127.7 Litro de sangue |
| ditovagner | Nível 3 | Pilhagem 1234.6 Litro de sangue |
| BoB.MaRLeY | Nível 2 | Pilhagem 189.5 Litro de sangue |


(18)
(514|605)