Vampiro profet
Vampiro Clan

Foi criado por fabio24 20.06.2007 às 15:29:30
Descrição do personagem

sou poetico, sensual, e muito mas muito perigoso. o meu guarda arrasavos a todos e nunca ninguem chegou ao meu nivel(quando estiver no nivel 102, daki a uns anos). nao tenhu medo de atacar ninguem pois sei k um dia a gloria esperame . kem kiseer uma prova k me mande o seu nome k eu o ataco. mas podem crer k se alguem me ataca eu me vingarei pois tou no melhor cla do reino dos vampiros.
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OS MEUS DENTES ESCORREM DE SANGUE E AS UNHAS AFIADAS COMO UMA NAIFA, CARA BRANCA COMO A CERA E ASSUSTADORA COMO NUNCA NINGUEM VIU
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SANGUE :

Desde os primórdios o sangue representa como ícone, o símbolo da vida. O sangue correndo por nossas artérias e veias, sempre significaram a continuidade do viver. A perda deste em demasia, significa a perda de conciência, respiração, movimentos e por que não dizer, a vida. Cabe ainda dizer que apenas nos vivos, este sangue flui, nos mortos, tal sangue perde esta motilidade e coagula, sendo mantido no próprio corpo durante a putrefação. Durante toda história o sangue possue algum significado na área religiosa e ou relacionada com sacrifícios, por exemplo, na era pagã, os nossos antepassados, utilizavam deste como sacrifício, provocando o seu derramamento para seus Deuses. Até mesmo hoje em dia o sangue ainda tem essa importância, basta referirmos a Igreja Católica, onde na Eucaristia temos como representação o corpo e o sangue de Cristo.
Parece, então, apropriado que uma criatura, que é a antítese entre a vida e a morte, receba seu vigor e vitalidade de sangue oriundos de seres humanos. Para o vampiro, o ato de se alimentar do sangue é o seu viver, seu cotidiano, sua necessidade. Independente da origem ou da cultura deste.
Com o avanço dos tempos, e concomitantemente com a disponibilidade da tecnologia e medicina para as grandes massas, esta necessidade do sangue para o vampiro, sofreu suas modificações. Em alguns livros essa necessidade for a relacionada a quadros anêmicos, hipovolemia, entre outros. Até no Dracula, de Bram Stoker, temos como citação uma transfusão de sangue feita em Lucy, uma vampira, no intuito de purificar seu sangue.
Sangue é o que anima um vampiro, o que dá a este sua vitalidade, sendo que pode ser oriundo de um animal ou mesmo de um ser humano. Para exercer qualquer movimento ou atitude o vampiro necessita deste, pois o coração o bombeia para a região que está em atividade. Devido a isso sua voracidade em obter tal sangue pode ser relacionada a uma fera buscando sua presa. Anne Rice, já dizia em seus livros que tal busca pelo sangue pelo vampiro funcionaria como uma maldição ou um demônio que os faz agir de tal forma.


Uma historia de um vampiro
Aqueles olhos .Como abismos do inferno .Como esferas de metal negro .Eu os fito e ali me perco. Minha mente grita por libertação .Medo - Panico - Fuga ! Meu corpo não responde.
Não posso me mover .A sensação de seu toque permanece no meu rosto por um segundo. Os olhos dele, tão ternos...Não me oferecem piedade.
Por que não posso gritar?
Como um lobo, ele ataca. Suas presas perfuram meu pescoço e rasgam minha pele. Uma onda de calor percorre o meu corpo: êxtase. Prova de essência quando ela jorra do meu pescoço, e em seguida começa a sugar. Agarro-o como se fosse um marinheiro se afogando, ou um amante . Minha rocha. Meu desejo.
Meus sentidos rodopiam na noite, em busca de terra firme. Agarro a lapela de seu capote. Se houver um céu, rezo para chegar logo à ele. Mas se houver um inferno, então sei onde estou agora.
Sinto minha vida se esvaindo. Meus olhos estão embaciados; deixo escapar um último lamento. Abandonando o mundo de escuridão e dor, elevo-me, deixando para trás o meu corpo pesado e imperfeito. O último grão de areia atravessa a ampulheta. Aqui está calmo. Estou em paz. Esta é a morte ,a consumadora...
Calor! Dor! Confusão! Um cheiro pungente invade minhas narinas. A fragrância fria arranca a minha alma de seu descanso.
Ele me estende o pulso. Vida pulsante, cujo brilho vermelho acena para mim. Sei apenas de uma coisa :Preciso beber para viver.
Oh, Deus! Tende piedade!
Sou conduzido, como um animal. Sedento, sugo de sua pele.
O líquido quente acaricia minha boca .Recebo com alegria a sua calidez .Os músculos que cederam à morte voltam dolorosamente à atividade. Tento gritar. A corrente de vida comtinua a me preencher .A dor torna-se êxtase . Que agonia vital e estranha. Nós nos tornamos um.
Em que me transformei?
Com um grito, procuro selvagemente pela fonte de vida. Ela se foi. Caio ao chão. Um ruido de vidro partido ressoa ali perto e estou só.
Com o dom da vida ainda pesando em meu estômago ,afundo no reino dos pesadelos.




A sepultura onde Vlad Dracul foi enterrado após sua morte. Descoberta por exploradores que enalteceu a sua admiração visto que o corpo de Vlad não estava presente.



TERESA

Ele fizera o sinal da cruz em cada porta e janela, salpicara-as com água benta. Deixara a porta principal por último, mas nesse instante Teresa sentira um terror súbito e desesperado. Mesmo para se salvar da morte não podia suportar a perspectiva de ficar encerrada por encantamentos, nem que fossem encantamentos santos.
- Esta eu lacrarei com meu crucifixo, quando estiver no quarto - dissera ela.
Mesmo enquanto falava, o plano aflorara plenamente definido em seu coração.
- Talvez seja melhor assim - respondera o padre, pensativo, tirando um pequeno frasco do bolso do hábito. - Dê-lhe isto no vinho. Que Deus nos perdoe, filha, mas pelo menos isto o despachará para a primeira morte. Cuidaremos do vampiro quando eu voltar de Roma, com a estaca e o fogo. - Ele entregara um rosário a Teresa, com toda a reverência. - Isto foi abençoado por um grande santo e é uma herança de minha família. Vai impedir que ele se levante dos mortos até minha volta.
Ele estendera a mão sobre a cabeça de Teresa, numa bênção.
- E trate de esquecer esses pensamentos iníquos de vingança. Eu lhe ordeno, sob o risco de salvação de sua alma, que reze pela alma dessa ovelha perdida de Deus; reze pela alma de Angelo Fioresi.
Mas as palavras caíram num coração duro. Ela inclinara a cabeça, mas clamava por dentro: "Nunca!"
Ela prepara pessoalmente a comida e a bebida para a primeira etapa da viagem do padre; mas depois que se despediram e ele se afastara a cavalo, Teresa assumira um sorriso cruel, comprimindo o frasco na mão e murmurando:
- Mas você não voltará e a vingança me pertencerá!
Depois, virando-se para a porta, deparara com os olhos risonhos do Conde Angelo. Forçou-se a sorrir em retribuição e lhe estendera a mão para um beijo.
- Por que o padre nos deixou?
- Foi solicitar permissão para o nosso casamento.
- Quer dizer que estamos a sós aqui? - Ele a abraçara, sempre sorrindo. - Que sua viagem seja rápida!
Mas havia uma estranha contração no rosto de Angelo, e ela se encolhera e se esquivara de seu beijo.
- Não agora!
Teresa passara aquela noite acordada, sentindo-se como a cabra amarrada a uma estaca para atrair o leão da montanha, a pálida claridade que entrava pela porta aberta iluminando seu rosto, à espera de passos e da sombra, de asas negras entrando em seu quarto. Apertara a cruz em terror, pensando: é mesmo verdade que o vampiro se move como um gato ou um fantasma, em passos silenciosos.
Lentamente, a sombra se inclinara, até que lábios cheios encostaram em sua garganta; e nesse instante, simulando despertar, ela murmurara:
- Angelo?
- Amor...
- Espere um instante - balbuciara ela, com a cruz na mão. - A porta está entreaberta.
- Não está, não - respondera ele, virando-se.
Mas Teresa correra até a porta, batera-a e empurrara o trinco, ali prendendo o crucifixo, branca como sua camisola.
- E agora quero ver se pode sair por onde veio, Angelo, Conde Fioresi... demônio, monstro, assassino... vampiro!
- Ela avançara em sua direção, a lanterna levantada. Angelo se virara como um animal na iminência da morte, correra para as janelas lacradas, a outra porta, tudo em vão.
- Nunca acreditei muito, até agora - dissera Teresa, numa voz que tremia. - Parecia uma mentira monstruosa, mas agora sei que é verdade!
O Conde estendera as mãos em sua direção e ela levantara a cruz para repeli-lo. Teresa esperava que ele avançasse com a intenção de matá-la, mas o Conde não se mexera.
- Teresa, não é o que você pensa. Eu lhe peço... imploro que me escute, antes que seja tarde demais.
Mas em sua ira e fúria ela não queria escutar. Pegara o chicote e o golpeara no rosto e ombros. Ele gritara e num movimento rápido arrancara o chicote de sua mão, jogara-o no tapete.
- Tenha cuidado, madonna - murmurara o Conde. - Sei de muitas coisas que você ignora. E posso lhe garantir, Teresa, que neste momento corre um perigo muito maior do que eu. Quer me ouvir... me ouvir por um momento, em nome do pai que está morto?
- Ouvir você, seu monstro, assassino, violador de sepulturas? - gritava Teresa, com um sorriso desolado.
- A velha história de que me levanto de um caixão? Não, madonna, ainda não conheci a morte. Nem quero morrer por enquanto. Mas se me matar agora, correrá um grande perigo. Por isso, peço que me escute primeiro.
Ele se adiantara, como se fosse agarrá-la e obrigá-la a escutar, mas Teresa pegara o crucifixo no oratório e o estendera à sua frente. O Conde recuara e ela exultara:
- Então pelo menos esta superstição é verdadeira?
Ele se encolhera, o braço levantado cobrindo o rosto.
- Verdadeira em parte, Teresa. Não posso fazer-lhe mal enquanto estiver com esse símbolo de sua fé, esse sinal de que se encontra sob a proteção de Deus. Mas eu lhe imploro, pela última vez...
- Poderia me enganar com palavras?
Com o crucifixo numa das mãos, ela levantara o chicote com a outra e golpeara o corpo encolhido. O Conde recuara um passo e ela o seguira, o chicote subindo e descendo.
- Quer dizer que você pode sangrar e sofrer? - gritara Teresa, em triunfo.
- Tanto quanto você - murmurara ele, caindo de joelhos.
Protegendo-se com a cruz, Teresa continuara a chicoteá-lo, saboreando cada estalo seco e as linhas de sangue que pouco a pouco foram se cruzando no corpo do Conde. Ao final, ela estava parada por cima dele, ofegante, o Conde sem sentidos e ensangüentado. Com olhares cautelosos, temendo que o desmaio fosse simulado, Teresa correra até a arca e pegara as pesadas correntes. Ela mesma, com seus frágeis dedos, arranhara em cada elo o sinal da cruz, com seu anel de diamante. Depois, chamara Rondo, o surdo-mudo, para ajudá-la a arrastar o Conde pela longa escada e prender as correntes na parede da masmorra. Em seguida, tonta de horror e cheia de satisfação por seu primeiro plano de vingança, ela quase caíra desfalecida em sua cama.
- Abra todas as janelas - balbuciara ela para Rondo. - Estou desmaiando.
Ele se retirara depois e Teresa adormecera, mas seus sonhos foram terríveis. Tivera a sensação de se levantar e percorrer o castelo como um espectro silencioso, confusos horrores de sangue e rostos agonizantes desfilando por sua mente. Despertara para descobrir que andara no sono e se encontrava debruçada na janela.
Será que ele me enfeitiçou?, especulara Teresa, enquanto voltava para a cama, à claridade crescente do dia, e tornava a dormir.
Acordara ao crepúsculo e descera para a cripta, tremendo; mas seu medo fora atenuado ao verificar que seu inimigo continuava acorrentado. E assim ela adquirira o costume de todos os dias, ao crepúsculo, descer para a cripta.
À medida que os dias passavam, isso fora absorvendo-a mais e mais. Começara a viver só para os momentos em que se postava diante do homem acorrentado, fitava seus olhos ardentes, como um falcão engaiolado; e quando as súplicas do Conde tornavam-se muito perturbadoras, silenciava-as com o chicote cruel, no qual também inscrevera a cruz, a fim de que ele não pudesse arrebatá-lo.
Os pesadelos ainda a atormentavam. O encantamento parecia dominar todo o castelo, pois alguns dos criados fugiram, enquanto outros a procuravam com histórias de mortes na aldeia; mas Teresa os ignorava, como se fossem apenas moscas incômodas. O responsável pelas mortes está acorrentado lá embaixo, ela pensava; não podem agora atribuir todas as mortes a visitas sobrenaturais! E ela sentia-se impaciente e cruel com os servos, ansiando apenas pelo momento em que desceria para tripudiar sobre o prisioneiro, depois voltaria para dormir o sono da exaustão.
Os habitantes da aldeia se inquietavam porque o Padre Milo não voltava e lhe enviaram uma delegação de velhas para suplicar que providenciasse outro padre.
- Estão querendo me dar ordens? - gritara Teresa, andando de um lado para o outro.
Depois que a delegação se retirara, ela se contemplara no espelho, horrorizada; vão pensar que estou louca!
Assim se passaram três luas, sem que a situação se alterasse. E veio uma noite em que Angelo mal se mexeu quando ela lhe falou, permanecendo aparentemente sem sentidos sobre a palha. Só depois de um longo tempo é que ele abriu os olhos e murmurou:
- Exulte por meu desespero, madonna. O fim se aproxima. Mas vejo-a mergulhando mais e mais para o perigo. Por seu próprio bem, eu lhe suplico que acabe logo com isto.
- Ah, o demônio estava doente, o demônio quer se passar por monge! Devo instalá-lo na capela do Padre Milo?
- Não sou um monstro de crueldade, embora não possa culpá-la por me julgar assim. Mas acontece que continuo acorrentado aqui, Teresa. Por que então as pessoas na aldeia continuam a morrer?
Ela deu de ombros, indiferente.
- As pessoas assim estão sempre morrendo. Sou responsável por elas, por suas almas ou corpos?
A criatura acorrentada lançou-lhe um estranho olhar calculista.
- Houve um tempo em que você não falaria assim. Houve um tempo em que você era generosa e devota.
- E se virei um demônio do inferno, não foi você quem me fez assim?
Ele quase riu.
- Claro que não, pois você soube se defender de mim... mas não fez de si mesma um demônio?
- Cale-se! - berrou Teresa. - Cale-se!
Ela chicoteou-o no rosto. O Conde caiu, com um grito terrível, o sangue esguichando dos lábios partidos.
Teresa largou o chicote e ajoelhou-se a seu lado. "Ele falou a verdade", pensou ela. "O fim está próximo. Que ele fique aqui por toda a eternidade."
O crucifixo que ela ainda usava balançava para a frente e para trás, projetando uma estranha sombra no prisioneiro. Um súbito pensamento ocorreu a Teresa.
"Já tive minha vingança. Ainda não é tarde demais para deixar de lado meu ódio e fazer o que o Padre Milo recomendou: pôr um fim ao sofrimento dele e entregá-lo à misericórdia de Deus. Só preciso golpeá-lo no coração. Ele disse que não pode se levantar dos mortos. Ainda assim, posso dizer por ele a oração dos mortos, fazer penitência. E depois, eu também me entregarei à misericórdia de Deus. E Angelo... Angelo voltará ao pó onde há muito deveria estar, sua alma se apresentará a Deus para ser julgada pelos crimes que cometeu."
Ela experimentava a estranha sensação de que a masmorra se encontrava apinhada de espíritos observando; era como se ela estivesse em alguma encruzilhada, esperando que uma vítima fosse enforcada ou perdoada... e a vítima era ela própria. Poderia remover o ódio e procurar misericórdia ou...
Os lábios de Teresa contraíram-se num terrível sorriso de crueldade. Nunca, jamais poderia renunciar ao prazer que encontrara naquilo! Não, que ele sofresse, que ele sofresse para sempre! Quem precisava do perdão de Deus? Havia muitos além do domínio de Deus!
- Então é tarde demais - murmurou o Conde.
Teresa recuou, mas ele se sentou, com um movimento determinado, segurou-a rudemente, partiu as correntes de suas mãos, depois dos tornozelos.
Ela gritou, encolhendo-se, fazendo um esforço para se levantar. Tropeçou no chicote no chão e caiu para as pedras. Angelo, ficando de pé, aproximou-se.
- Eu a teria salvado - murmurou ele, depois de um longo silêncio. - Pense em seus pesadelos, Teresa. Não começaram antes mesmo de minha chegada ao Castelo di Speranza? Há muitos anos uma mulher da família Fioresi casou no clã Speranza; e eu sabia que pelo menos uma pessoa de sua família teria... o sangue completo de minha gente. Se fosse Rico, eu o tomaria como meu escudeiro, para guardá-lo e protegê-lo. Eu... eu poderia salvá-la, Teresa, guardando-a como uma coisa mais preciosa que minha própria vida. Velaria por você, tudo faria para mantê-la sã e salva, haveria de mantê-la na inocência do que você era, embora eu tivesse chegado tarde demais para salvar seu pai...
Ela gritou horrorizada quando seu cérebro registrou o significado daquelas palavras, mas Angelo continuou, implacável:
- Quando Rico morreu, não pude mais suportar. Em desespero, procurando apenas protegê-la, revelei a verdade a Cassilda. Eu... não podia imaginar que ela se mataria de tanto horror. Pensei apenas que juntos poderíamos proteger você, até que eu pudesse conduzi-la com segurança ao conhecimento do que era. Você poderia até aceitar... não como uma coisa de terror, mas apenas como outra espécie de vida; uma natureza diferente, vivendo inofensivamente por suas próprias leis. Não, não fui eu quem matou sua família. Já vivi até agora duzentos anos. Desde o primeiro ano em que soube o que eu era, nenhum homem jamais morreu por meu contato. Sei como... extrair a vida de que preciso... sem prejudicar as pessoas mais que ocorreria numa sangria, com sanguessuga. Não sou mal nem cruel, madonna, apenas vivo como devo.
Ele inclinou-se para Teresa. Ela se encolheu, enlouquecida pelo medo, estendendo o crucifixo na direção dele.
- Não, madonna - disse ele, gentilmente, segurando-a pelos ombros. - Isso não vai protegê-la agora.
Uma pausa e o Conde continuou, quase com tristeza:
- Fui criado para temê-lo; foi incutido em meu coração e cérebro que nunca poderia tocar em alguém que se declarasse sinceramente sob a misericórdia de Deus. Enquanto você ainda ignorava o que era, Teresa, enquanto ainda era sinceramente devota em sua fé, eu não poderia passar pelo símbolo de sua crença sincera. E a cruz que você esculpiu nas correntes, pensando em proteger os outros do meu mal, era uma barreira para mim. Mas agora você se tornou má. Não pode mais invocar a proteção de Deus. Para você, a cruz é agora apenas um símbolo vazio... e não pode mais me conter.
Ele arrancou o crucifixo da garganta de Teresa, contemplou-o com um olhar triste e largou-o de lado.
- Talvez eu nunca tenha tido uma alma, mas você, Teresa, jogou a sua fora. É um monstro... terrível demais para viver até entre meu povo.
A última coisa que a Contessa viu foi o rosto de Angelo, contraído pela angústia, baixando numa mancha escarlate, na qual ela mergulhou como a morte.
Horas depois os aldeões se reuniram para observar o Castelo di Speranza desabar em meio às chamas. Ninguém percebeu o homem silencioso que se embrenhava a cavalo pela floresta, encurvado como se em profunda agonia, encolhido na sela em dor e desespero. Ele não olhou para trás uma única vez, ignorando as chamas, mantendo-se inclinado sobre o pescoço do cavalo, enquanto murmurava sem parar:
- Teresa... Teresa... Teresa...







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[URL=http://www.sonicbr.net/projetos/sonictest/]Qual personagem do Sonic você é?[/IMG]
Estatísticas
Total da pilhagem: 21.354,13 Litro de sangue
Vítimas mordidas (link): 10
Combates: 124
Vencidos: 71
Derrotas: 53
Empates 0
Ouro ganho: ~ 3.000,00 Ouro
Ouro perdido: ~ 3.000,00 Ouro
Danos causados: 5704.43
Danos sofridos: 8828.53
Atributos de profet:
Nível do personagem: Nível 12
Força: (20)
Defesa: (19)
Agilidade: (18)
Resistência: (18)
Habilidade: (17)
Experiência: (708|720)
As estatísticas da página ancestral profet
Desafios tentados: 0
Desafios bem sucedidos: 0
Desafios perdidos: 0
O guarda de profet
Cão
Gênero de guarda: Cão de Caça
Nome do guarda: Cão
Ataque: (12)
Defesa: (13)
Resistência: (11)
Dados do perfil
Sexo: masculino
Idade: 15-20 Ano
Localidade: ---
Número ICQ: ---
MSN Messenger: ---
Yahoo: ---
Nome AIM: ---
Jabber ---
Skype ---
Arena

profet Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
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the night Nível 8 Pilhagem 7795.6 Litro de sangue
vampiradrianinha Nível 1 Pilhagem 0 Litro de sangue
 


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