Vampiro [Lord Hades]
Descrição do personagem



Lobo maldito q atravessou meu caminho, mereceu!!!!!!




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Hades, senhor do mundo inferior
O Nome Hades pode levar a confusão, porque era usado pelos antigos gregos tanto para o deus que mandava no Mundo Inferior como para o Próprio Mundo Inferior. Embora fosse o reino dos Mortos, o Hades grego não se parecia com a idéia posterior de inferno, um sítio onde os condenados sofriam penas eternas. Era um lugar para onde todos os mortos – bons ou maus – seguiam, guiados pelo deus mensageiro Hermes. Só quando lá chegavam era decidida a sua sorte. Alguns, principalmente aqueles que haviam ofendido os deuses, sofriam, mas aqueles que tinham sido bons, ajuizados e caridosos, e autores de grandes feitos, podiam ter uma além-vida muito feliz. Sobre todos estes assuntos mandava o deus Hades, um rei austero mas justo ao mesmo tempo.
O deus Hades não aparece muito nas lendas gregas, porque depois de passar a ser o senhor do mundo inferior poucas vezes de lá saía. Uma ou duas vezes quando uma ninfa o encantou, aventurou-se a sair no seu carro puxado por cavalos pretos de aspecto sinistro, e numa curta visita à Terra levou Prosérpina, a filha de Deméter. Mas, normalmente Hades ficava oculto no seu reino.
Todavia, o reino de Hades tem um importante papel nas lendas gregas. Muitos heróis gregos, em companhia de outros deuses, visitaram o Hades por qualquer razão, quando ainda estavam vivos. Uma das tarefas preferidas que um deus entregava a um mortal era mandá-lo era mandá-lo ao Hades e trazer um objeto ou qualquer outra prova da visita. Era precisa muita habilidade (ou ajuda de um poder mágico) para um mortal entrar no Hades e conseguir sair outra vez.
Nos primeiros tempos, acreditava-se que o Hades ficava para oeste, para lá do horizonte onde começava o rio Oceano, que dava a volta à Terra. Mais tarde, algumas histórias descreviam cavernas escuras e corredores compridos e medonhos, que conduziam ao mundo inferior, partindo das regiões do centro da Grécia como Tesprótis a oeste, ou através do mar Egeu, na Ásia Menor. Por onde quer que entrassem, os mortos poderiam sempre confiar em Hermes para lhes indicar o caminho.
Quando o morto era enterrado, colocavam-lhe na boca o uma moeda que se chamava óbolo. Pronunciando palavras de conforto, Hermes conduzia então a sombra do morto para longe dos parentes em lágrimas, cada vez mais para baixo, até a entrada do Hades. Ali, tinham que parar, porque o mundo inferior era cortado de rios por todos os lados.
Eram correntes de água que deslizavam vagarosamente através de túneis que apenas de vez em quando abriam para uma ----- onde se fazia um cruzamento. O Estige era o rio que circundava a parte do Hades chamada Tártaro, no lado do oriente e seus afluentes – Aqueronte e mais quatro circundavam o resto.
A travessia era feita, geralmente sobre o Estige, mas nunca se o óbolo tivesse sido esquecido ou perdido, ou se a sombra do morto fosse tão pobre que não pudesse pagar. Neste caso ficava sempre à espera na margem sem qualquer esperança, porque o Estige tinha um barqueiro que pedia a portagem a todos que usassem o seu barco. Este barqueiro era o terrível Caronte.
Quando o óbolo não era pago, levava às sombras de má vontade. Hades ordenara-lhe, ameaçando-o com um pesado castigo que não transportasse vivos, fossem quais fossem as razões que o invocassem a atravessar o rio. Mas alguns, com muita habilidade, conseguiam enganar Caronte ou convencê-lo a abrir uma exceção.
Hermes deixava sua carga nas margens do Estige. Ali, a sombra tinha que tomar o barco, os remos de Caronte mergulhavam silenciosamente nas águas sombrias e o barco afastava-se da praia, levando os passageiros para sempre da terra dos vivos. Na outra margem estava o monstruoso cão de três cabeças, Cerbero, apesar de seu aspecto ameaçador, Cerbero não faziam mal as sombras que desciam do barco de Caronte. A sua missão era impedir-lhes o caminho, se mais tarde tentassem tornar a atravessar o Estige para fugirem do Mundo Inferior. Também guardava a entrada contra visitantes intrusos.
Assim que desembarcava, a sombra tinha que atravessar a planície dos Narcisos. Esta era uma região de nevoeiros e de árvores sombrias, com ramos tristes como lágrimas, que pendiam para o chão e gemiam baixinho ao sabor do vento que soprava continuamente sobre a terra lisa e cinzenta. Aqui os mortais menos afortunados – aqueles que não tinham reclamações especiais a fazer quando eram julgados – ficavam, para o resto da eternidade, errando sem destino. Não sofriam tormentos especiais a não ser o aborrecimento, mas muitos teriam, de boa vontade, fugido, se pudessem.
Para além da Planície dos Narcisos ficavam os campos verdes do Érbero e do Rio Letes esquecia-se imediatamente da vida passada no Mundo Superior, por isso, as sombras vulgares nem sequer tinham nada para recordar. Por detrás erguiam-se as torres do esplêndido palácio de Hades, mas nenhum morto tinha o privilégio de passar pela enorme porta, com ferrolho de metal. Apenas os deuses do Olimpo, que vinham de visita e os deuses menores do Mundo Inferior tinham autorização de passar o limiar, e alguns mortos que de tempos a tempos eram chamados à presença do Rei do Moundo Inferior ou da Rainha Prosérpina.
Antes de chagarem às imediações do palácio, as sombras ficavam paradas à espera do julgamento sobre sua vida passada. Os juizes eram Minos, Radamanto e Éaco, escolhidos pela sua grande sabedoria e pela vida irrepreensível que tinham levado na Terra. Todos os dias os mortos acabados de chegar eram levados à sua presença, a tremer, se tinham praticado o mal, ou calmos e silenciosos, indiferentes ao seu fado.
Depois de serem julgadas, as sombras eram levadas por três caminhos. O primeiro conduzia a Planície dos Narcisos. Este caminho era muito percorrido, porque poucos mortos conseguiam convencer os juizes de que mereciam outro tratamento., e por isso a maior parte era obrigada a permanecer naquele sinistro lugar, onde a noite e o dia não passavam de uma meia luz. Poucos – os grandes heróis ou aqueles que tinham agradado aos deuses com sacrifícios ou um trabalho realizado à custa da própria vida – tinham mais sorte. À sua espera, no fim do segundo caminho, estavam os Campos Elísios.
Ali brilhava o Sol e as poucas nuvens no céu eram brancas e leves. Cantavam os pássaros por entre as árvores, principalmente nos ramos de um alto álamo que fora em tempos a filha do deus Oceano. As clareiras estavam sempre cheias do som de alegres músicas tocadas por flautas e liras, e havia sempre danças. Aqui nunca havia noite, porque as sombras não precisavam descansar. Faziam-se banquetes sempre que havia ocasião. O vinho corria em cascata, mas ninguém lhe sofria os efeitos, porque era impossível beber demais. Grandes salvas de uvas e romãs eram servidas no fim de cada banquete.
Os que tinham a fortuna de chegar aos Campos Elísios gozavam de um privilégio desejado acima de tudo pelas sombras do vale dos Narcisos: podiam, se quisessem, voltar à Terra. Mas, de fato, a sua nova vida era tão feliz que poucos a queriam deixar, mesmo por um curto espaço de tempo.
O Sábio juiz Radamanto governava os Campos Elísios, ou Elísio como também eram chamados. Um dos seus súditos era o titã Crono. Pode parecer estranho que Radamanto tenha aceito Crono no Elísio, porque ele tinha sido um deus cruel e invejoso. Mas alguns dos maiores e mais antigos deuses primitivos entre eles Crono, estavam automaticamente autorizados a viver nos Campos Elísios quando eram vencidos – porque os deuses não morrem. Não consta que Crono tenha prejudicado a felicidade dos outros no Elísio, nem que seu comportamento fosse diferente do de qualquer outro velho que foi violento enquanto novo, e se contenta no fim em viver de recordações.
O terceiro caminho por onde os juizes mandavam também os mortos levava ao Tártaro, cercado num dos lados pelo rio Estige. (Nalgumas versões, o nome de Tártaro é dado à todo o Hades.) Tinha um largo portão de bronze que era cautelosamente fechado por dentro, abrindo-se apenas para dar entrada a mais um morto. O Tártaro era semelhante ao inferno dos cristãos, um lugar de penas e danação eternas, reservado aos maus e àqueles que tinham desafiado ou ofendido os deuses. Os gritos de angústia ecoavam permanentemente nas altas muralhas triplas que rodeavam os condenados, e não consta que nenhum conseguisse escapar.
De todos os condenados ao Tártaro pela eternidade, talvez os mais famosos tenham sido os titãs, os antigos deuses que Zeus, os irmãos e as irmãs substituíram. Apenas Crono permaneceu no Elísio; os outros deuses vencidos foram condenados a sofrer por toda a eternidade. Um deles foi Tântalo, que matara seu filho Pelóps, servindo a carne dele aos deuses para ver se a distinguiam da carne de um animal. Os deuses descobriram o que ele tinha feito, e pelóps voltou à vida – embora um dos ombros já tivesse sido comido. Viveu o resto da sua vida com um ombro de marfim, Tântalo foi condenado imediatamente ao Hades. Como castigo foi pendurado numa árvore de frutos por cima de um lago de água limpa. Estava permanentemente cheio de fome e de sede, mas quando tentava chegar ao fruto, este fugia ao seu alcance, e quando se inclinava para beber, a água também se afastava. É daí que vem a expressão: "Suplício de Tântalo".
Outro condenado foi o gigante Títio, que atacou Latona, mãe de Apolo e de Artemisa, enquanto ela orava no santuário de Delfos. O filho e a filha salvaram-na, crivando o gigante de setas e, no Tártaro, Títio foi pregado ao chão, de braços e pernas abertos enquanto os abutres o picavam com seus cruéis bicos aguçados.
Sísifo, em tempos de rei de Corinto acorrentou a Morte quando ela o ia buscar. Durante muito tempo, ninguém morreu à face da Terra, e só quando Ares foi mandado libertar a Morte é que o reino de Hades voltou à normalidade. Por este e outros crimes, Sísifo foi mandado para o Tártaro e condenado a empurrar um pedregulho até ao alto do monte. Quando lá chegava, o pedregulho rolava outra vez pela encosta abaixo. Perto dele estava Ixíon da Tessália, amarrado a uma roda giratória em chamas por se ter atrevido a cortejar Hera, a mulher de Zeus. Zeus dera a uma nuvem o aspecto da mulher para iludir Ixíon. O estratagema resultou e, entretanto, Ixíon foi apanhado pelos centauros, estranhos seres, metade homem, metade cavalo, e mandado para o Tártaro.
E houve muitos outros, cada um com a sua história. Entre estes havia cinqüenta filhas de Dánao, eram conhecidas por Danaides. Eram descendentes de Io e tinham vindo do Egipto com o pai quando ele se tornou rei de Argos. Os cinqüenta filhos do irmão de Dánao, Egipto, seguiram-nas no intuito de casarem com elas. Dánao fingiu concordar com esse casamento em massa, mas na realidade foi a isso obrigado pelo caráter dominador do irmão. Deixou correr as cerimônias e obrigou as raparigas a jurar que assassinavam os maridos na noite de núpcias. Todas as raparigas, menos uma, fizeram o que ordenou, e foram por isso condenadas para sempre a tentar encher com água uma jarra crivada de buracos.
Eram portanto estes os três caminhos por onde as sombras tinham de seguir. O próprio Hades não interferia nas decisões dos juizes, a não ser que surgisse uma dúvida séria. Neste caso tinha sempre a última palavra. Só raramente Prosérpina intervinha – talvez quando as duas partes tivessem empatadas e fosse difícil decidir. Prosérpina pedia em geral um julgamento mais misericordioso, e por vezes Hades condescendia – mas ninguém mais o convencia ou se atrevia a tentar.
A mais importante das deusas menores do Hades era Hécata, que fora antes deusa da Lua e era filha de Zeus. Quando deixou o mundo superior, foi-lhe concedida grande autoridade no Hades, onde era conhecida como rainha invencível. Se os juizes achavam que um morto devia poder pagar os erros do passado, era Hécata quem presidia à cerimônia e à purificação que se seguia. Todavia, nem todas as suas atividades eram pacíficas. Era feiticeira, e capaz de mandar espíritos maus à Terra para atormentar aos homens que tinham procedido erradamente. Por vezes, vinha ela mesma à Terra, em noites de lua cheia. A sua figura apavorante, sempre acompanhada por três enormes cães, podia ser vista muitas vezes a vaguear nas encruzilhadas e nos sítios onde os túmulos projetavam sombras no chão.
As três fúrias – Tisífone, Alecto e Megera – viviam também no Hades. Eram horríveis de ver, porque tinham corpo de cão, asas de morcego e cabelos de serpente. Embora o mundo inferior fosse o seu reino, o seu papel era julgar a verdade das queixas feitas pelos mortais uns dos outros e aplicar o castigo aos que consideravam ter procedido mal. Atacavam principalmente os mortais que quebravam um voto sagrado ou planejavam assassinar os pais. Nenhum culpado escava ao chicote que elas usavam. Soltavam contra os culpados os Cário, ou cães do Hades, que eram mostros vermelhos com dentes compridos e aguçados. Os Cário perseguiam interminavelmente as suas vítimas, mesmo de país em país e através do mar, até matarem à dentadas e com ajuda das temíveis garras. Quando acabavam, levantavam vôo como falcões, carregando suas vítimas até ao reino das sombras.


CONDECORAÇÕES:

5000 vitórias
A MELHOR CAÇADA!!!!
[Lord Hades] conquistou 2.604 ! [Lord Hades] obteve 0 e ************* conseguiu 1 ponto(s) de experiência!
************* perdeu o combate já que sua energia desceu abaixo dos 10 pontos![size=14][/size]
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 741.493,46 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 43 |
| Combates: | 6323 |
| Vencidos: | 5808 |
| Derrotas: | 515 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 169.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 28.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 1212158.93 |
| Danos sofridos: | 357866.57 |
Atributos de [Lord Hades]:
| Nível do personagem: | Nível 61 |
| Força: | ![]() (114) |
| Defesa: | ![]() (106) |
| Agilidade: | ![]() (120) |
| Resistência: | ![]() (120) |
| Habilidade: | ![]() (63) |
| Experiência: | ![]() (18590|18605) |
As estatísticas da página ancestral [Lord Hades]
| Desafios tentados: | 23 |
| Desafios bem sucedidos: | 15 |
| Desafios perdidos: | 8 |
O guarda de [Lord Hades]
| Gênero de guarda: | Pequeno Demônio de Pedra |
| Nome do guarda: | Pequeno Demônio de Pedra |
| Ataque: | ![]() (43) |
| Defesa: | ![]() (44) |
| Resistência: | ![]() (43) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 20-25 Ano |
| Localidade: | Estância-SE |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | ricardo_teixeira.s@hotmail.com |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
[Lord Hades] Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
[Lord Hades] criou até agora 3 Vampiros:
| PISTOLERA BBG | Nível 27 | Pilhagem 135564 Litro de sangue |
| Sahacora | Nível 24 | Pilhagem 94760 Litro de sangue |
| Yanih Dagostino | Nível 1 | Pilhagem 53.67 Litro de sangue |


(114)
(18590|18605)