Lobisomem Canis_Lupus
Clan:
Descrição do personagem
Sou apenas mais um louco por carne humana...
Que sempre irá querer mais quilos de carne e sempre estará mais faminto e pronto para qualquer combate frente a algum vampiro medíocre...
A lei da selva é assim querido amigo...
O mais forte sempre sobrevive...
Se você estiver nível abaixo do meu e tiver um pouco de pilhagem...
É lógico que eu vou te atacar...
É isso aê.
NOITE DE LUA CHEIA CABEÇAS IRÃO ROLAR...

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Uma história de lobisomem
A Lua prateava a bagaceira. A natureza silenciava. O silêncio, às vezes, era cortado pelo pio da coruja. De vez em quando, o vento assobiava nas folhas das mangueiras e dos cajueiros. De longe, vinham os latidos dos cães.
Já era meia-noite e tudo parecia crer que ali teríamos mais uma noite de paz, de sono tranqüilo. Em um dado momento, a Lua escondera-se por entre as nuvens e fez-se escuro. Uma rasga-mortalha deu um vôo rasante sobre o telhado da casa. Todos dormiam, menos Hermenegildo. Seu coração palpitava que algo estranho iria acontecer naquela noite. Levantou-se, abriu a janela que dava para o quintal, tudo, porém, continuava calmo. Mas era meia-noite.
Assim que cerrou a janela, ouviu um uivo estrondoso, vindo das bandas de uma mangueira. Saiu ao quintal, fitou os olhos em direção à árvore e viu duas tochas de fogo que o miravam.
Hermenegildo ficou estático ao fitar aqueles olhos de fogo. Sentiu um calafrio e concluiu: é um lobisomem. E era mesmo.
Era um animal peludo, queixudo, de unhas grandes. Este ciscou as folhas secas da mangueira e partiu em direção ao nosso homem que saiu em desabalada carreira, pulando uma cerca, de nove cintas de arame farpado. Quanto mais gritava e corria, mais o bicho dele se aproximava. O povoado todo acordou aos gritos de Hermenegildo: é um lobisomem.... é um lobisomem...
As crianças se aconchegavam no colo das mães; as mulheres, de camisola, abraçavam seus filhos, com medo de o bicho comer o fígado de cada um, pois lobisomem gosta de fígado de criança.
Nosso personagem, quando parou, as calças estavam um pirão. O coitado estava todo borrado e desmaiou, mas logo foi socorrido e tornou a si.
Dez homens saíram em perseguição ao monstro. Uns, com pedaços de pau; outros com espingarda de cartucho; e outros com espingarda socadeira.
Nas folhagens da mangueira, viram o rastro, idêntico ao de um jumento. Seguiram as pegadas na areia, até a cerca, onde encontraram, cravados no arame, pêlos do animal, do bicho-fera. Depois da cerca, as pegadas já não mais existiam.
Quando olharam a Lua, esta reacendera seu brilho, anunciando o desencanto do animal.
De manhãzinha, o comentário era um só: a aparição de um lobisomem na propriedade de seu Hermenegildo.
Gabriel, porém, um caboclo corajoso, disse consigo: - vou descobrir quem é este lobisomem. Saiu, espiando moita por moita quando, de repente, deu um passo atrás. Seu Graciliano dormia a sono solto, embaixo de uma moita de cipó. Qual não foi o espanto do caboclo: as costas de Graciliano estavam marcadas pelos riscos do arame farpado.
Todo o povoado ficou sabendo que seu Graciliano virava lobisomem. As crianças corriam com medo, quando avistavam o bom velhinho.
E ele se orgulhava desse poder sobrenatural.
____________________________________________________________
###ME ATAQUE E VERÁS O PODER DE SEU GRACILIANO...###
OU ENTÃO, QUEIMARÁS NO FOGO DO INFERNO!!!
MUHAHAHAHAHAAHAHAHAHA

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ESTAREI PRONTO PARA A CHEGADA DE QUEM QUER QUE SEJA!!
PRONTO PARA ARRANCAR SUA CABEÇA FORA!!!
Que sempre irá querer mais quilos de carne e sempre estará mais faminto e pronto para qualquer combate frente a algum vampiro medíocre...
A lei da selva é assim querido amigo...
O mais forte sempre sobrevive...
Se você estiver nível abaixo do meu e tiver um pouco de pilhagem...
É lógico que eu vou te atacar...
É isso aê.
NOITE DE LUA CHEIA CABEÇAS IRÃO ROLAR...

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Uma história de lobisomem
A Lua prateava a bagaceira. A natureza silenciava. O silêncio, às vezes, era cortado pelo pio da coruja. De vez em quando, o vento assobiava nas folhas das mangueiras e dos cajueiros. De longe, vinham os latidos dos cães.
Já era meia-noite e tudo parecia crer que ali teríamos mais uma noite de paz, de sono tranqüilo. Em um dado momento, a Lua escondera-se por entre as nuvens e fez-se escuro. Uma rasga-mortalha deu um vôo rasante sobre o telhado da casa. Todos dormiam, menos Hermenegildo. Seu coração palpitava que algo estranho iria acontecer naquela noite. Levantou-se, abriu a janela que dava para o quintal, tudo, porém, continuava calmo. Mas era meia-noite.
Assim que cerrou a janela, ouviu um uivo estrondoso, vindo das bandas de uma mangueira. Saiu ao quintal, fitou os olhos em direção à árvore e viu duas tochas de fogo que o miravam.
Hermenegildo ficou estático ao fitar aqueles olhos de fogo. Sentiu um calafrio e concluiu: é um lobisomem. E era mesmo.
Era um animal peludo, queixudo, de unhas grandes. Este ciscou as folhas secas da mangueira e partiu em direção ao nosso homem que saiu em desabalada carreira, pulando uma cerca, de nove cintas de arame farpado. Quanto mais gritava e corria, mais o bicho dele se aproximava. O povoado todo acordou aos gritos de Hermenegildo: é um lobisomem.... é um lobisomem...
As crianças se aconchegavam no colo das mães; as mulheres, de camisola, abraçavam seus filhos, com medo de o bicho comer o fígado de cada um, pois lobisomem gosta de fígado de criança.
Nosso personagem, quando parou, as calças estavam um pirão. O coitado estava todo borrado e desmaiou, mas logo foi socorrido e tornou a si.
Dez homens saíram em perseguição ao monstro. Uns, com pedaços de pau; outros com espingarda de cartucho; e outros com espingarda socadeira.
Nas folhagens da mangueira, viram o rastro, idêntico ao de um jumento. Seguiram as pegadas na areia, até a cerca, onde encontraram, cravados no arame, pêlos do animal, do bicho-fera. Depois da cerca, as pegadas já não mais existiam.
Quando olharam a Lua, esta reacendera seu brilho, anunciando o desencanto do animal.
De manhãzinha, o comentário era um só: a aparição de um lobisomem na propriedade de seu Hermenegildo.
Gabriel, porém, um caboclo corajoso, disse consigo: - vou descobrir quem é este lobisomem. Saiu, espiando moita por moita quando, de repente, deu um passo atrás. Seu Graciliano dormia a sono solto, embaixo de uma moita de cipó. Qual não foi o espanto do caboclo: as costas de Graciliano estavam marcadas pelos riscos do arame farpado.
Todo o povoado ficou sabendo que seu Graciliano virava lobisomem. As crianças corriam com medo, quando avistavam o bom velhinho.
E ele se orgulhava desse poder sobrenatural.
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###ME ATAQUE E VERÁS O PODER DE SEU GRACILIANO...###
OU ENTÃO, QUEIMARÁS NO FOGO DO INFERNO!!!
MUHAHAHAHAHAAHAHAHAHA

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ESTAREI PRONTO PARA A CHEGADA DE QUEM QUER QUE SEJA!!
PRONTO PARA ARRANCAR SUA CABEÇA FORA!!!
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 256.119,00 Quilo de carne |
| Vítimas mordidas (link): | 0 |
| Combates: | 2178 |
| Vencidos: | 147 |
| Derrotas: | 2031 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 6.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 154.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 31360 |
| Danos sofridos: | 830186 |
Atributos de Canis_Lupus:
| Nível do personagem: | Nível 40 |
| Força: | ![]() (62) |
| Defesa: | ![]() (62) |
| Agilidade: | ![]() (68) |
| Resistência: | ![]() (75) |
| Habilidade: | ![]() (50) |
| Experiência: | ![]() (7980|8000) |
As estatísticas da página ancestral Canis_Lupus
| Desafios tentados: | 4 |
| Desafios bem sucedidos: | 1 |
| Desafios perdidos: | 3 |
O guarda de Canis_Lupus
| Gênero de guarda: | Lobo de Caça Biônico |
| Nome do guarda: | Lobo de Caça Biônico |
| Ataque: | ![]() (5) |
| Defesa: | ![]() (5) |
| Resistência: | ![]() (5) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | Rio Claro |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | weiller_spfc@hotmail.com |
| Yahoo: | weillerfreitas@yahoo.com.br |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
Canis_Lupus Ainda não atingiu um ranking especial na arena.


(62)
(7980|8000)