Vampiro Kaenon
Foi criado por Ancestrais dos vampiros 10.06.2009 às 23:08:51
Clan:
Descrição do personagem
[color=red][/color]Vagar pelas grandes montanhas de minha terra natal era tudo que eu fazia enquanto vivo. Eu governei um largo domínio, uma área que cobria as atuais Polônia, Romênia, Bulgária, Hungria, Iugoslávia, Áustria, e Alemanha - as rotas entre Europa e Ásia eram minhas, e ninguém passava por minhas terras sem minha permissão. Eu era um príncipe de bárbaros, e governava com punho de ferro. Eu tinha excelentes esposas, o melhor da colheita, e uma horda de crianças. Eu era o mais forte, o mais rápido, e o mais esperto dos bárbaros. E dez mil anos não mudaram em nada isso, se assim posso dizer...
Sob uma lua vermelha como sangue, numa madrugada de outono, eu caçava a besta selvagem da montanha que estava matando nosso gado. Uma misteriosa besta invadia nossos campos e matava nosso gado, drenando seu sangue enquanto nós dormíamos. Alguns pensavam que isso era obra dos deuses, mas eu não admitia tal afirmação absurda, e saí para as montanhas para encontrar essa besta e matá-la. E eu a encontrei... Era noite e o céu estava claro - nada sobrepunha as estrelas, e a lua brilhava como uma gota reluzente de sangue. Ouvi o ruído de uma besta, escondida atrás de um arbusto. Dei o bote com a minha lança... em nada. O animal moveu-se como o vento; um animal sem pêlos com braços como um homem. Parou a certa distância de mim, e era um homem. Um homem pálido, com cabelos negros esvoaçantes, vestindo apenas um pano no quadril. Porém algo nele não estava certo - havia inteligência em seus olhos, diferente de meus seguidores; uma inteligência como minha.
Ele veio a mim, e segurou-me pelos braços. Eu tentei resistir, mas enquanto a minha força era a de cinco homens, a dele era a força de uma legião. Ele me levantou no ar sem nenhum esforço, segurando-me pela garganta como se eu fosse nada. Meus pés balançavam na altura de seu estômago, e eu chutava... e meu pé quebrou-se como um bastão. Foi como se eu chutasse uma rocha. Eu nunca tinha sido ferido numa batalha antes... e o monstro ria. Sua risada era cheia de escárnio, escárnio de tudo que eu era e que tinha sido. Em meu idioma ele disse, "Você é o maior dos bárbaros. Você matou as grandes bestas de várias regiões selvagens, mas agora você é a caça, e você está pego. Seu poder será adicionado ao meu - Eu beberei sua vida e você morrerá, mas eu continuarei a viver por causa de sua morte; você, o grande guerreiro dos bárbaros". E ele riu novamente.
Até que eu enfiei a lança em seu peito. Eu não a tinha soltado, mas ele não pensou em tirá-la de mim. Girando rapidamente a lança com meus dedos, eu então a segurei e a empurrei com toda minha força. A pele do homem cedeu, e um sangue grosso, vermelho-escuro, jorrou do ferimento. Seus joelhos curvaram-se sob nosso peso, e meus pés pousaram no solo. Observando meu inimigo, eu ri, zombando dele. "Você, o filho do demônio!", eu disse, "não pôde superar um simples moral. Você não merece mais andar nessa Terra, então eu terminarei sua luta agora". Estiquei-me pra pegar uma pedra, só por um segundo, e ele estava em pé novamente. Arrancando a lança do seu corpo com um sorriso, ele virou-se de costas para mim. "Ataque!", foi tudo que ele disse. De algum modo, eu não pude e ele virou-se para me encarar de novo. Isso é tudo que eu lembro daquela primeira noite, exceto por um par de presas brilhantes e um mar de êxtase.
Sob uma lua vermelha como sangue, numa madrugada de outono, eu caçava a besta selvagem da montanha que estava matando nosso gado. Uma misteriosa besta invadia nossos campos e matava nosso gado, drenando seu sangue enquanto nós dormíamos. Alguns pensavam que isso era obra dos deuses, mas eu não admitia tal afirmação absurda, e saí para as montanhas para encontrar essa besta e matá-la. E eu a encontrei... Era noite e o céu estava claro - nada sobrepunha as estrelas, e a lua brilhava como uma gota reluzente de sangue. Ouvi o ruído de uma besta, escondida atrás de um arbusto. Dei o bote com a minha lança... em nada. O animal moveu-se como o vento; um animal sem pêlos com braços como um homem. Parou a certa distância de mim, e era um homem. Um homem pálido, com cabelos negros esvoaçantes, vestindo apenas um pano no quadril. Porém algo nele não estava certo - havia inteligência em seus olhos, diferente de meus seguidores; uma inteligência como minha.
Ele veio a mim, e segurou-me pelos braços. Eu tentei resistir, mas enquanto a minha força era a de cinco homens, a dele era a força de uma legião. Ele me levantou no ar sem nenhum esforço, segurando-me pela garganta como se eu fosse nada. Meus pés balançavam na altura de seu estômago, e eu chutava... e meu pé quebrou-se como um bastão. Foi como se eu chutasse uma rocha. Eu nunca tinha sido ferido numa batalha antes... e o monstro ria. Sua risada era cheia de escárnio, escárnio de tudo que eu era e que tinha sido. Em meu idioma ele disse, "Você é o maior dos bárbaros. Você matou as grandes bestas de várias regiões selvagens, mas agora você é a caça, e você está pego. Seu poder será adicionado ao meu - Eu beberei sua vida e você morrerá, mas eu continuarei a viver por causa de sua morte; você, o grande guerreiro dos bárbaros". E ele riu novamente.
Até que eu enfiei a lança em seu peito. Eu não a tinha soltado, mas ele não pensou em tirá-la de mim. Girando rapidamente a lança com meus dedos, eu então a segurei e a empurrei com toda minha força. A pele do homem cedeu, e um sangue grosso, vermelho-escuro, jorrou do ferimento. Seus joelhos curvaram-se sob nosso peso, e meus pés pousaram no solo. Observando meu inimigo, eu ri, zombando dele. "Você, o filho do demônio!", eu disse, "não pôde superar um simples moral. Você não merece mais andar nessa Terra, então eu terminarei sua luta agora". Estiquei-me pra pegar uma pedra, só por um segundo, e ele estava em pé novamente. Arrancando a lança do seu corpo com um sorriso, ele virou-se de costas para mim. "Ataque!", foi tudo que ele disse. De algum modo, eu não pude e ele virou-se para me encarar de novo. Isso é tudo que eu lembro daquela primeira noite, exceto por um par de presas brilhantes e um mar de êxtase.
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 828.699,00 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 0 |
| Combates: | 2231 |
| Vencidos: | 1802 |
| Derrotas: | 429 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 204.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 54.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 323316 |
| Danos sofridos: | 321695 |
Atributos de Kaenon:
| Nível do personagem: | Nível 72 |
| Força: | ![]() (170) |
| Defesa: | ![]() (170) |
| Agilidade: | ![]() (174) |
| Resistência: | ![]() (175) |
| Habilidade: | ![]() (70) |
| Experiência: | ![]() (25709|25920) |
As estatísticas da página ancestral Kaenon
| Desafios tentados: | 36 |
| Desafios bem sucedidos: | 30 |
| Desafios perdidos: | 6 |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | desconhecido Ano |
| Localidade: | Natal |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Talentos:
Arena
Kaenon Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Kaenon criou até agora 7 Vampiros:
| elayne | Nível 22 | Pilhagem 72014.2 Litro de sangue |
| _Rebekah_123 | Nível 21 | Pilhagem 67505.6 Litro de sangue |
| ccee | Nível 14 | Pilhagem 27555.5 Litro de sangue |
| _Zeutrax_157 | Nível 5 | Pilhagem 2659.5 Litro de sangue |
| Patcholek | Nível 3 | Pilhagem 1301 Litro de sangue |
| Vanpira_999 | Nível 1 | Pilhagem 0 Litro de sangue |
| Vampira_999 | Nível 1 | Pilhagem 0 Litro de sangue |


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(25709|25920)