Vampiro Ycad
Foi criado por Ancestrais dos vampiros 15.01.2010 às 03:16:44
Clan:
Descrição do personagem
Veni Vendi Venci!
O Mito do Vampiro
"...Aquilo que transcende a racionalidade se torna um atraente caminho em busca do inalcançável, capaz de libertar o espírito do peso dos dogmas pré estabelecidos.''
O mito do homem imortal existe desde os primeiros registros históricos da humanidade. Alguns dos livros mais antigos da humanidade, como a Bíblia e as Mil e Uma Noites, que misturam registros verídicos com ficção, citam personagens que viveram uma existência incalculável.
Atravessaram séculos divulgando uma obra de caráter místico e acabaram se tornando lendas de sabedoria. Muitos deles com o pretexto de evocarem a Deus realizavam rituais de sangue com seres humanos. Mais é possível que a evocação tivesse apenas caráter egoísta de prolongamento da própria vida através de acordo com entidades malignas. Esses homens tomado as vezes por profetas, magos poetas e sacerdotes, devem ter sido os primeiros vampiros a traçarem trilhas de sangue no planeta. Com o conhecimento acumulado por séculos de existência, se escondiam facilmente atrás de uma notória sabedoria que lhes permitiam continuar a praticar seus crimes sem levantar suspeitas. Foram eles que disseminaram o culto da eternidade através de alianças místicas realizados com o sangue de criminosos e inocentes.
Quase todas as culturas da Terra tem alguma lenda sobre seres meio humanos que prolongaram a vida carnal se alimentando de sangue. O que existe na verdade é uma confraria secular desses seres que se espalham pelos quatro cantos do mundo, contaminando outros escolhidos com uma sede maldita, para que um dia pudessem chegar o ter o poder total sobe os destinos humanos. Por isso as lendas sobre vampiros nos são contadas das mais diversas maneiras. No Egito antigo o sangue era derramado o bebido pelos sacerdotes de Set. A Bíblia também relata sacrifícios de sangue, atribuindo-os as vezes a vontades divina. Entre os Incas, essa também era uma pratica comum nas noites de solstício de inverno. Mais os registros históricos mais recentes, falam de vampiros que existiram entre criminosos e hereges que, mesmo depois de enforcados voltaram de suas tumbas para beberem o sangue dos incautos que se aventuravam pelos caminhos obscuros da vida.
A imagem de vampiros habitando velhos cemitérios abandonados nos foi legada na idade média, quando esses seres temiam ser encontrados pela Santa Inquisição e queimados na fogueira. A espécie não foi extinta porque é provável que muitos deles se escondessem atrás da própria Igreja, assumindo o lugar de padres, bispos e até Papa. A afirmação pode parecer absurda tomando-se em conta que os vampiros temem os símbolos sagrados. A verdade é que apenas os vampiros do ramo fariseu e aqueles que foram contaminados por acaso temem a força dos objetos consagrados a Deus. O ramo conhecido como os dos homens que não devem morrer é bastante esclarecido e possui um poder tão grande que os deixa livre de qualquer influencia místicas desses símbolos. No entanto vale disser que uma grande parte desse ramo é constituída por vampiros que tem feito mais bem do que mal a humanidade. Isso porque os Homens que Não Devem Morrer se originaram de rituais esotéricos que captam a bipolaridade das energias da natureza e com elas são capazes de se preservarem corporalmente e seguirem seus caminhos, livre de influências malignas encontradas nos demônios.
Como é possível notar, existem Vampiros de diferentes espécies. Alguns trilham apenas caminhos sanguinários e não deixam nada de Positivo para a humanidade, enquanto outros se utilizam da longa vida para ensinar novas alternativas para a humanidade. O importante é saber que todos são feitos das trevas, as trevas não passam de Luz condensada, ou seja, é tudo uma ilusão do poder de destruição e criação.
O Vampiro Original
Existem lendas de vampiros desde 125ac, quando ocoreu uma das principais estórias conhecidas de vampiros. Foi uma estória grega. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através das rotas de seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas Capath. Os eslavos têm as lendas mais ricas sobre vampiros. Elas foram originariamente mais associadas com os iranianos e depois migraram para onde estão agora, por volta do oitavo século. Quase na mesma época em que chegaram, começou o processo de cristianização, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos.
Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos que já havia lá. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, o que fazia deles difíceis de se pegar. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando quisessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. O lado mais forte do vampiro era que eles eram quase imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como: Transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o tipo mais conhecido, especialmente o Conde Drácula, de Bram Stoker.
Casos Verídicos
Um marajá que estava passando o ano na mesma estação de montanha tinha o hábito de dar festas magníficas. Uma noite, depois desse divertimento, essa mulher (sra. W.) e uma amiga (sra. S.) estavam voltando para casa de riquixá. O riquixá que ia na frente delas havia capotado nas pedras, ao virar uma esquina muito depressa. Várias pessoas ficaram feridas. As duas mulheres pararam seu riquixá e foram ver se podiam ajudar em algo. Note-se que nenhuma das duas havia sido acidentada ou ferida de alguma forma.
Ao voltarem ao seu hotel, a sra. S. notou que a boca de sua amiga estava coberta de sangue. Depois circulou a história de que a sra. W. tinha sugado o sangue de uma das vítimas do acidente: ela era uma vampira. Ela morreu alguns meses depois e assim a lenda continuou, cresceu e provavelmente continuará a crescer.
Entretanto casualmente encontrei a sra. S. e perguntei o que sabia de toda a história. Aqui está sua versão:
Perguntei à sra. W., naquela mesma noite, por que havia sangue em seu rosto. Ela primeiro me disse que era de uma das vítimas e que tinha espirrado em seu rosto no acidente.
Três dias depois, porém, quando circulava o rumor de que era vampira - contado por algum dos sobreviventes do acidente e não por mim - ela me procurou para "confessar" que ia voltar à Inglaterra para tratamento.
Perguntei-lhe se ela era vampira e ela disse que não. A verdade é que, quando criança, ela tinha sofrido de uma doença e tinha de comer sanduíches de carne crua. Ela se acostumou tanto com isso que nunca comia carne cozida. Seu médico via isso como um estado psicológico mais ou menos inofensivo. E assim continuou ela com a dieta. Ao ir para a Índia, ela descobriu que era difícil conseguir carne crua, apesar de sentir muita vontade e, finalmente, ela conseguiu arranjar fornecedor. Mas ela se "controlava", tanto quanto possível. Na noite do acidente, ela me contou que não comia carne crua há semanas e que, ao se curvar sobre um ferido, aquilo foi demais para ela e então encostou seu rosto no dele como para beija-lo. Um indiano que estava presente, conhecendo talvez o seu gosto por carne sangrenta, deu início aos rumores."
Baseado neste relato, Idries chegou à seguinte conclusão: "O vampirismo humano, portanto - se é que jamais existiu - pode ser atribuído a uma psicose ou a um apetite determinado por um condicionamento à carne crua. Que a humanidade comia carne crua é sabido. Sobrevivência mais ou menos recente dessa prática encontra-se no famoso antropófago escocês Sawney Beane e sua família".
Mas o vampirismo de modo algum se refere a apenas isto, existem muitos outros casos, muitas outras explicações e muitos enigmas sem solução...
Vários escritos, por exemplo, ligam a idéia da cova com o fato comum de se cometer um engano e enterrar um vivo por morto, fato este que ocorre constantemente. Nos séculos 16 e 17 muita gente morria de doenças desconhecidas e algumas eram enterradas ainda vivas. Ao se reabrir a cova, o corpo estava em posição mudada e em melhor conservação do que deveria. Na época da primeira guerra mundial, em São Paulo, durante a chamada "gripe espanhola", juntava-se muita gente apenas desmaiada aos cadáveres e deixavam-nos no cemitério. Como eram muitos os mortos, não se dava conta dos enterros e, passado o estado cataléptico, o doente erguia-se para voltar para casa.
Graças a Deus, nós não somos mais do que crédulos! Reconhecemos que todas as luzes da física que podemos aproximar deste caso não descobrem nada acerca das causas. Contudo, não podemos negar-nos a acreditar num fato juridicamente comprovado; e por pessoas de probidade.
O Mito do Vampiro
"...Aquilo que transcende a racionalidade se torna um atraente caminho em busca do inalcançável, capaz de libertar o espírito do peso dos dogmas pré estabelecidos.''
O mito do homem imortal existe desde os primeiros registros históricos da humanidade. Alguns dos livros mais antigos da humanidade, como a Bíblia e as Mil e Uma Noites, que misturam registros verídicos com ficção, citam personagens que viveram uma existência incalculável.
Atravessaram séculos divulgando uma obra de caráter místico e acabaram se tornando lendas de sabedoria. Muitos deles com o pretexto de evocarem a Deus realizavam rituais de sangue com seres humanos. Mais é possível que a evocação tivesse apenas caráter egoísta de prolongamento da própria vida através de acordo com entidades malignas. Esses homens tomado as vezes por profetas, magos poetas e sacerdotes, devem ter sido os primeiros vampiros a traçarem trilhas de sangue no planeta. Com o conhecimento acumulado por séculos de existência, se escondiam facilmente atrás de uma notória sabedoria que lhes permitiam continuar a praticar seus crimes sem levantar suspeitas. Foram eles que disseminaram o culto da eternidade através de alianças místicas realizados com o sangue de criminosos e inocentes.
Quase todas as culturas da Terra tem alguma lenda sobre seres meio humanos que prolongaram a vida carnal se alimentando de sangue. O que existe na verdade é uma confraria secular desses seres que se espalham pelos quatro cantos do mundo, contaminando outros escolhidos com uma sede maldita, para que um dia pudessem chegar o ter o poder total sobe os destinos humanos. Por isso as lendas sobre vampiros nos são contadas das mais diversas maneiras. No Egito antigo o sangue era derramado o bebido pelos sacerdotes de Set. A Bíblia também relata sacrifícios de sangue, atribuindo-os as vezes a vontades divina. Entre os Incas, essa também era uma pratica comum nas noites de solstício de inverno. Mais os registros históricos mais recentes, falam de vampiros que existiram entre criminosos e hereges que, mesmo depois de enforcados voltaram de suas tumbas para beberem o sangue dos incautos que se aventuravam pelos caminhos obscuros da vida.
A imagem de vampiros habitando velhos cemitérios abandonados nos foi legada na idade média, quando esses seres temiam ser encontrados pela Santa Inquisição e queimados na fogueira. A espécie não foi extinta porque é provável que muitos deles se escondessem atrás da própria Igreja, assumindo o lugar de padres, bispos e até Papa. A afirmação pode parecer absurda tomando-se em conta que os vampiros temem os símbolos sagrados. A verdade é que apenas os vampiros do ramo fariseu e aqueles que foram contaminados por acaso temem a força dos objetos consagrados a Deus. O ramo conhecido como os dos homens que não devem morrer é bastante esclarecido e possui um poder tão grande que os deixa livre de qualquer influencia místicas desses símbolos. No entanto vale disser que uma grande parte desse ramo é constituída por vampiros que tem feito mais bem do que mal a humanidade. Isso porque os Homens que Não Devem Morrer se originaram de rituais esotéricos que captam a bipolaridade das energias da natureza e com elas são capazes de se preservarem corporalmente e seguirem seus caminhos, livre de influências malignas encontradas nos demônios.
Como é possível notar, existem Vampiros de diferentes espécies. Alguns trilham apenas caminhos sanguinários e não deixam nada de Positivo para a humanidade, enquanto outros se utilizam da longa vida para ensinar novas alternativas para a humanidade. O importante é saber que todos são feitos das trevas, as trevas não passam de Luz condensada, ou seja, é tudo uma ilusão do poder de destruição e criação.
O Vampiro Original
Existem lendas de vampiros desde 125ac, quando ocoreu uma das principais estórias conhecidas de vampiros. Foi uma estória grega. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através das rotas de seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas Capath. Os eslavos têm as lendas mais ricas sobre vampiros. Elas foram originariamente mais associadas com os iranianos e depois migraram para onde estão agora, por volta do oitavo século. Quase na mesma época em que chegaram, começou o processo de cristianização, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos.
Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos que já havia lá. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, o que fazia deles difíceis de se pegar. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando quisessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. O lado mais forte do vampiro era que eles eram quase imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como: Transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o tipo mais conhecido, especialmente o Conde Drácula, de Bram Stoker.
Casos Verídicos
Um marajá que estava passando o ano na mesma estação de montanha tinha o hábito de dar festas magníficas. Uma noite, depois desse divertimento, essa mulher (sra. W.) e uma amiga (sra. S.) estavam voltando para casa de riquixá. O riquixá que ia na frente delas havia capotado nas pedras, ao virar uma esquina muito depressa. Várias pessoas ficaram feridas. As duas mulheres pararam seu riquixá e foram ver se podiam ajudar em algo. Note-se que nenhuma das duas havia sido acidentada ou ferida de alguma forma.
Ao voltarem ao seu hotel, a sra. S. notou que a boca de sua amiga estava coberta de sangue. Depois circulou a história de que a sra. W. tinha sugado o sangue de uma das vítimas do acidente: ela era uma vampira. Ela morreu alguns meses depois e assim a lenda continuou, cresceu e provavelmente continuará a crescer.
Entretanto casualmente encontrei a sra. S. e perguntei o que sabia de toda a história. Aqui está sua versão:
Perguntei à sra. W., naquela mesma noite, por que havia sangue em seu rosto. Ela primeiro me disse que era de uma das vítimas e que tinha espirrado em seu rosto no acidente.
Três dias depois, porém, quando circulava o rumor de que era vampira - contado por algum dos sobreviventes do acidente e não por mim - ela me procurou para "confessar" que ia voltar à Inglaterra para tratamento.
Perguntei-lhe se ela era vampira e ela disse que não. A verdade é que, quando criança, ela tinha sofrido de uma doença e tinha de comer sanduíches de carne crua. Ela se acostumou tanto com isso que nunca comia carne cozida. Seu médico via isso como um estado psicológico mais ou menos inofensivo. E assim continuou ela com a dieta. Ao ir para a Índia, ela descobriu que era difícil conseguir carne crua, apesar de sentir muita vontade e, finalmente, ela conseguiu arranjar fornecedor. Mas ela se "controlava", tanto quanto possível. Na noite do acidente, ela me contou que não comia carne crua há semanas e que, ao se curvar sobre um ferido, aquilo foi demais para ela e então encostou seu rosto no dele como para beija-lo. Um indiano que estava presente, conhecendo talvez o seu gosto por carne sangrenta, deu início aos rumores."
Baseado neste relato, Idries chegou à seguinte conclusão: "O vampirismo humano, portanto - se é que jamais existiu - pode ser atribuído a uma psicose ou a um apetite determinado por um condicionamento à carne crua. Que a humanidade comia carne crua é sabido. Sobrevivência mais ou menos recente dessa prática encontra-se no famoso antropófago escocês Sawney Beane e sua família".
Mas o vampirismo de modo algum se refere a apenas isto, existem muitos outros casos, muitas outras explicações e muitos enigmas sem solução...
Vários escritos, por exemplo, ligam a idéia da cova com o fato comum de se cometer um engano e enterrar um vivo por morto, fato este que ocorre constantemente. Nos séculos 16 e 17 muita gente morria de doenças desconhecidas e algumas eram enterradas ainda vivas. Ao se reabrir a cova, o corpo estava em posição mudada e em melhor conservação do que deveria. Na época da primeira guerra mundial, em São Paulo, durante a chamada "gripe espanhola", juntava-se muita gente apenas desmaiada aos cadáveres e deixavam-nos no cemitério. Como eram muitos os mortos, não se dava conta dos enterros e, passado o estado cataléptico, o doente erguia-se para voltar para casa.
Graças a Deus, nós não somos mais do que crédulos! Reconhecemos que todas as luzes da física que podemos aproximar deste caso não descobrem nada acerca das causas. Contudo, não podemos negar-nos a acreditar num fato juridicamente comprovado; e por pessoas de probidade.
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 23.615,00 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 27 |
| Combates: | 35 |
| Vencidos: | 16 |
| Derrotas: | 19 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 0,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 1.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 1351 |
| Danos sofridos: | 5300 |
Atributos de Ycad:
| Nível do personagem: | Nível 12 |
| Força: | ![]() (24) |
| Defesa: | ![]() (24) |
| Agilidade: | ![]() (24) |
| Resistência: | ![]() (23) |
| Habilidade: | ![]() (23) |
| Experiência: | ![]() (683|720) |
As estatísticas da página ancestral Ycad
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
O guarda de Ycad
| Gênero de guarda: | Lobo de Caça |
| Nome do guarda: | Lobo de Caça |
| Ataque: | ![]() (4) |
| Defesa: | ![]() (4) |
| Resistência: | ![]() (4) |
Dados do perfil
| Sexo: | desconhecido |
| Idade: | desconhecido Ano |
| Localidade: | --- |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
Ycad Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Ycad criou até agora 1 Vampiros:
| Snuple | Nível 1 | Pilhagem 0 Litro de sangue |


(24)
(683|720)